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Exportação do agronegócio do RS cai 48% em volume e 28% em receita
As exportações do agronegócio do Rio Grande do Sul em fevereiro tiveram queda de 48,2% em volume, ante igual período do ano passado, para 684,78 mil toneladas, e de 28,3% em receita, para US$ 580,54 milhões. Os dados estão no Relatório do Comércio Exterior do Agronegócio, divulgado na terça-feira, 19, pelo Sistema Farsul. As exportações do complexo soja tiveram o maior recuo, de 77,2% no volume e de 79,6% no faturamento. O grupo carnes registrou queda de 14,7% na receita de exportação e de 13,5% no volume exportado. Já em cereais a redução foi de 56,7% em receita e de 54,3% em volume. O desempenho positivo ficou com o fumo e seus produtos, com aumento de 35,6% no faturamento e 32,8% no volume. Outro destaque foi em produtos florestais, com crescimento de 20,5% em receita e 16,9% em volume. Na comparação com janeiro de 2019, as exportações do agronegócio do Estado caíram 37,4% em faturamento e 53,8% em volume. O complexo soja apresentou a maior retração, de 56,2% no valor e 54,7% no volume. O grupo cereais também teve queda na comparação mensal, de 76,8% em valor e recuo de 78,7% em volume. + Chuvas provocam prejuízos de R$ 342 milhões na rizicultura do RS + Setor produtivo gaúcho apresenta demandas de arroz ao governador do RS Já produtos florestais tiveram diminuição de 64,4% no faturamento e de 51,9% no volume. O grupo fumo e seus produtos teve aumento 12,0% no faturamento e 24,4% no volume ante janeiro. Enquanto isso, o complexo carnes registrou aumento no faturamento de 1,0%, enquanto o volume exportado cresceu 5,4%. No acumulado do ano, o Rio Grande do Sul exportou US$ 1,5 bilhão e 2,2 milhões de toneladas, queda de 6,2% em receita e 16,7% em volume em relação ao primeiro bimestre de 2018. O agronegócio foi responsável por 56,4% das exportações do Rio Grande do Sul no último mês. A China, principal parceiro do setor, foi responsável por 30% da receita de exportação do Estado, seguida por Estados Unidos (6,8%) e Japão (6,1%). Fonte: Globo Rural Foto: ThinkStock

Exportação do agronegócio do RS cai 48% em volume e 28% em receita

Colunistas

Artigos sobre o Agro Negócio

Final do ciclo Freio de Ouro 2018
Depois de mais de cincuenta credenciadoras e nove clasificatórias onde participaram perto de mil quinientos machos e fêmeas da raça, só chegaram os melhores cinquenta e dois de cada sexo para a grande final do Freio de Ouro em Esteio. Em uma semana começa, no Parque Assis Brasil na localidade gaúcha próxima a Porto Alegre, a competência mais importante de cavalos crioulos, com a etapa morfológica. A partir de manhã de quinta-feira 23 se julgaram as fêmeas e pela tarde os machos para entrar nas etapas funcionais a partir da sexta feira 24 até domingo 26. Participarão animais de Brasil, Uruguay e Argentina em um Freio de Ouro que promete uma disputa muito parelha sobre tudo por ser ano de FICCC, o qual agrega uma clasficatória mais e de altíssimo nível. Entre os candidatos a ganhar o título tem dois ex campeões como o zaino JA Libertador, que fosse Freio de Ouro em 2015 e a égua tostada Capanegra Quinta Sinfonía, ganhadora o ano passado com pontuação funcional recorde. Mas nós estaremos especialmente na expectativa dos uruguaios, e espero que aconteça outro "batacazo" em Brasil, como na FICCC no mês de maio. Dois garanhões e uma égua nos representarão e confio plenamente em que os três possam cumprir uma atuação de grande nível. Os três ganharam sua respectiva classificatória com boa pontuação tanto morfológicos como funcionais. Colibrí Matrero, o Freio de Ouro FICCC deste ano, é sem dúvidas, um dos candidatos ao pódio. O picaço de La Pacifica de Juan Salustiano Peirano teve a pontuação geral e morfológica mais alta dos cinquenta e dois machos classificados, que se bem são só estatísticas que não se têm em conta para a final, de certa forma é uma garantia altamente alentadora. O jinete de Matrero será o brasileiro Gabriel Marty quem o conhece e me consta, tem muita confiança no animal que vestirá o colete número 68. O lobuno Dansarino de La Colina, propriedade da cabanha La Colina de Marcial Terra, será o box 74. Este cavalo se mante no quarto lugar dentro do ranking de classificados e com o ginete brasileiro Claudio Fagundes buscarão fazer valer essa estatística. É importante lembrar que Fagundes é um dos melhores ginetes do circuito, tendo logrado ganhar um Freio de Ouro e três Freios de Prata, sendo o último o ano passado. Quelén Provinciana, a rosilha colorada de La Quebrada de Aznarez Elorza Hermanos, competirá com o box 51, sendo uma das éguas mais velhas da prova. Ademais, têm várias particularidades, será a única égua extrengeira e o único animal com ginete estrangeiro, por tanto um binômio 100% uruguaio. Mauro Villar será quem montará esta excelente égua que está em seu melhor momento desde que compete. Está na colocação número dezoito dentro das classificadas. A propósito, estive conversando com sua proprietária, Alma Elorza de Aznárez, quem nos manifestou que "A Provinciana está bem, treinando com tranquilidade porque é uma égua quem têm participado várias vezes e tem pequenos detalhes a melhorar. Sem dúvidas é uma égua muito potente, com muita força e sensível, virtudes que por um lado fazem o trabalho mais fácil para o ginete, mas que por outro, têm que ter muito cuidado e ser delicado no manejo da sua equitação. É muito veloz, coisa que é uma tranquilidade para o ginete na prova de campo. O mais importante é que está saudável. Não têm lesões, o que não é menor para uma competência tão exigente. As expectativas é que faça uma boa prova e possa demonstrar todas as suas qualidades, cumprindo todas as etapas em seu máximo potencial sem cometer erros. Se logra isso, será uma grande satisfação. " Destacou a experiente criadora. Como nombrei várias vezes nesta coluna, o Freio é uma prova muito exigente e na final chegam excelentes produtos e ginetes da raça, o que transforma este notável espetáculo em uma competência muito competitiva e difícil. Como fazemos ao longo dos anos, desde que nos apaixonou o mundo dos cavalos crioulos, estaremos no lugar para vivenciar os fatos para viver de perto tudo o que aconteça dentro e fora da pista e desejando que os uruguaios tenham um grande desempenho e por que não, trazer algum Freio para Uruguay, coisa que não acontece desde 2008 quando Jagüel Boca Preta ganhou o Freio de Bronze.

Final do ciclo Freio de Ouro 2018

Histórias de Vida

A Vida no campo como ela é.

Contato com o cavalo? Desde cedo, desde criança...
E agora? Quem é o protagonista que vai nos fazer emocionar com sua história? Paixão pelos cavalos? Vem no ADN... Ele é Thiago Augusto Habowsky, natural de Santo Bento do Sul, Santa Catarina... Ele confessa que ele é do meio urbano, e sua família também. Seu avô era um "carreirista", lidava com cavalos de carreira, o que explica o gosto pelo cavalo. Mas não bastava só gostar, o bom mesmo era começar a participar... E sobre isso, o Thiago entende desde bem cedo! Aos nove anos, ele já competia nas categorias de base, nas provas jovens da ABCCC. Aos 16 anos, decide se mudar para morar no campo, e também, junto com isso, começar a participar das provas de categoria profissional. Embora aos 17 anos, começa a sua faculdade, e hoje ele é formado em Administração de Empresas. Tempo de faculdade, que teve que dividi-lo em dois, pois durante o dia a lida era com cavalos, e durante a noite com as folhas. Thiago em todos os momentos da sua vida, teve presente o cavalo. Sempre em busca de mais, além de participar dos eventos, ele faz questão de visitar os que não compete para poder aprender. Caminho de aprendizado, que, como não é novidade, teve vitórias, mais, também teve derrotas. Mas... das derrotas sempre um aprendizado. Aprender a perder, foi um deles. Saber esperar a vitória, outro. Ele conversando com Cosas del Campo, nos conta que demorou 7 anos, para conquistar um Freio Jovem. Já em outras modalidades, conta, que nas primeiras saídas a exposições morfológicas, também não foram positivas para a Cabanha Bela Aliança. O que não afetou, já que manter a cabeça erguida em busca das conquistas, sempre foi prioridade. Conquistas foram chegando, pois todo seu esforço tem sua recompensa. Participar do Freio de Ouro, uma delas. Ganhar a prova vaqueiro, outra. Tudo isso é possível, e foi possível, graças a entregue incondicional dos nossos melhores amigos... os cavalos. Cavalos que marcam a vida da gente, deixam uma "coisa especial", difícil de apagar. "Esquilador da Bela Aliança" foi um deles na vida deste jovem sonhador. Cavalo muito funcional, que além de chegarem juntos ao Freio de Ouro, deu a possibilidade de correr e ganhar a final da prova Vaquero, com uma filha dele. Sim, senhores. Todos aqueles que sonham e vão atrás, um dia chegam. Assim foi, que Thiago conquistando o carinho de pessoas, e graças ao seu conhecimento de tantos anos de aprendizado, foi o jurado do Mancha Crioula, importante exposição que acontece no Parque Assis Brasil. Assim como também foi convidado para julgar a maior prova de doma, como é o Redomão Santa Bárbara. Sim, senhores... Está na hora de sonhar! Está na hora de sonhar e ir atrás... Sempre acreditando no que estamos fazendo, sempre tendo fé, e sempre confiando que podemos, devemos e merecemos ir por mais.

Contato com o cavalo? Desde cedo, desde criança...

Criadores

A paixão por criar

Dom Pedrito é a próxima parada do ciclo de Passaportes para Expointer
Município da região da Campanha do Rio Grande do Sul se destaca por grandes criatórios expoentes do Cavalo Crioulo De 22 a 24 de março o município de Dom Pedrito (RS) recebe a segunda etapa das Exposições Passaporte da raça Crioula. A seleção classifica animais para a Nacional da Morfologia, que ocorrerá no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS). No total, serão oito animais, sendo quatro machos e quatro fêmeas, que vão garantir as vagas para a pista do Cavalo Crioulo na modalidade promovida pela Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC). Conforme o presidente do Núcleo de Criadores de Cavalos Crioulos de Dom Pedrito, Henrique Borges, há 20 anos o município não recebia uma seletiva para a Expointer. Reforça que a estrutura do Parque na cidade é uma das melhores do Rio Grande do Sul e que a expectativa é positiva em número de inscritos. "Nos preparamos para esta Exposição Passaporte, motivamos todos os nossos associados e colaboradores para que façam o melhor neste evento", destaca. Região de tradicionais criatórios da raça Crioula, Dom Pedrito vem se destacando tanto na criação quanto nas provas de usuários. Borges lembra, por exemplo, que na Campereada, das 39 duplas ranqueadas pela ABCCC, 12 delas são do município. "Temos em Dom Pedrito alguns dos principais criatórios do Estado e há uma renovação muito grande também. Contamos com três Centro de Treinamento importantes e o mercado também tem sido positivo", observa. O julgamento da Exposição Passaporte de Dom Pedrito ficará a cargo do argentino Federico Arguelles. O ciclo de Exposições Passaporte tem o patrocínio de Banrisul e o apoio de Supra e Vetnil. Confira a programação 22 de março de 2019 (Sexta-feira) 14h - Concentração de Machos 17h - Admissão da Exposição Passaporte 20h30min - Leilão Redomão Entre Amigos 23 de março de 2019 (Sábado) 7h - Continuação da Admissão da Exposição Passaporte 8h30min - Início do Julgamento 14h - Continuação do Julgamento 24 de março de 2019 (Domingo) 8h30min - Campeonato e Grandes Campeonatos 12h - Almoço de Encerramento Foto: Fagner Almeida/ABCCC/Divulgação Texto: Nestor Tipa Júnior/AgroEffective

Dom Pedrito é a próxima parada do ciclo de Passaportes para Expointer