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Touros da Conexão Delta G são destaques de desempenho em centrais
Animais das raças Hereford e Braford de associados da entidade conquistam o gosto dos produtores pelos seus resultados Cada vez mais a exigência das centrais de inseminação por touros comprovados aumenta. Neste sentido os animais ofertados pelos associados da Conexão Delta G tem se destacado nas baterias das mais diversas empresas que disponibilizam genética aos compradores de sêmen. Atualmente são 26 exemplares disponibilizados das raças Hereford e Braford e que estão contribuindo para rebanhos comerciais em todo o país. Conforme o presidente do Conselho Técnico da Conexão Delta G, Bernardo Pötter, todos os animais vem se destacando pelo alto desempenho. Ressalta que os animais são oriundos do programa Touro Jovem, realizado pela entidade e que se utiliza de rigorosos critérios de seleção. "Todos são animais comprovadamente melhoradores, superiores em avaliação genética. O produtor que precisa de animais para melhorar o rebanho tem nestes exemplares a indicação por serem animais provados com desempenho a campo", observa. Pötter destaca também que todos os anos estão surgindo touros novos de associados da Conexão Delta G em centrais de inseminação por conta do teste de progênie realizado pela entidade. Reforça que a Conexão Delta G quando disponibiliza touros para as centrais de inseminação, são animais testados a pasto nos rebanhos de seus associados. "Vários destes touros também são touros superiores à média em resistência a carrapatos. O produtor quando comprar o sêmen deve procurar esta informação sobre a DEP de resistência à carrapatos", explica. A Conexão Delta G segue um rigoroso processo de seleção, que leva em conta a avaliação de 21 características de real importância econômica. As etapas do programa de melhoramento genético da Conexão Delta G passam pelas identificação dos animais, manejo dos animais, coleta de dados, avaliações genéticas multi-raciais, seleção dos animais e planejamento dos acasalamentos. Foto: Conexão Delta G/Divulgação Texto: Nestor Tipa Júnior/AgroEffective

Touros da Conexo Delta G so destaques de desempenho em centrais

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A passagem do tempo e as paleteadas na Argentina ...
Minha infância foi entre os cavalos. O que jogava era relacionado a cavalos. Porque, mesmo que eu comecei a andar desde os... na verdade, desde que me lembro, muito mais do que andar não poderia fazer. O esporte praticado era a paleteada. Meu pai que trabalhava com Eduardo (Ballester) e esse era a prova que faziam na cabanha. Então eu cresci assistindo-os correr, e eu os acompanhei durante todas as classificatórias que pude. Mas as coisas eram muito diferentes. Havia 3 ou 4 classificatórias e havia um punhado de corredores. Foi uma longa viagem para uma classificatória, quase uma aventura. Eu vim para lembrar disso quando vi minha filha de 5 anos tropear com o novilho que eu tenho para treinar os cavalos. No momento em que eu era menino, a manga era reta, e era sobre acompanhar a vaca, ao invés de bater e dominar como está agora. A velocidade era diferente, e era impossível para uma criança. Mas tudo cresceu tanto que agora tem até 4 classificatórias por fim de semana. E treinar um cavalo tornou-se algo muito simples e livre de riscos, que minha filha de cinco anos pode alcançar. Anteriormente, as finais estavam entre dois ou três favoritos, dependendo do ano. Hoje, até que a quarta vaca de uma final não pode se saber quem é que vai ter o privilégio de ter o título de Campeão por um ano. É necessário acrescentar que, de uma época a esta, as yuntas uruguaias e brasileiras são convidadas a correr aqui. Não só conseguiram um nível importante, como também na última FICCC do Prado, os Duran, os uruguaios, o pai e o filho foram campeões. E no ano passado, Juan Peyrano e Matías Horta, também uruguaios, conquistaram o título de campeão nacional argentino. Parece que os séculos passaram pela bestiaa em que a prova mais cativante da raça se transformou. Mas, ao mesmo tempo, foi um piscar de olhos. Rodeo também incentiva a amizade e a camaradagem. É por isso que me lembro do meu querido Martín Benitez, Roberto Luraschi. Eu acho que se despertar a intriga e a admiração de alguém como minha filha de apenas cinco anos, continuaremos ouvindo: "largue" ... por muitos anos mais!

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