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Você conhece o jogo do pato?
Uma mistura de Polo, Hóquei e Basquete. O cal delimita o campo. De cada lado uma cesta, com 2,7 metros de altura. Cavalos e ginetes com galope rápido precisam conduzir a bola com a mão direita, realizando passes e rompendo a defesa adversária, para então, arremessar e pontuar. Já a defesa, pode utilizar ambas as mãos para capturar a bola, porém apenas no sentido paralelo ao ginete adversário. Criado há quase 400 anos, o Pato é o esporte nacional da Argentina que vem conquistando o solo gaúcho. O jogo consiste em duas equipes, formadas por quatro ginetes cada - dois reservas-, que buscam interceptar o Pato (uma bola com alças de couro) e pontuar a maior quantidade de vezes dentro do tempo limite. Cada partida pode ter uma duração de 8 minutos por tempo mais prorrogação, sendo entre 4 e 6 tempos, com intervalos de 4 minutos conforme a competição. No Rio Grande do Sul, a duração da partida sofre adaptações, normalmente sendo disputado em dois tempos de 5 minutos com intervalo. Em casos de empate, se tem um tempo adicional com disputa por "gol de ouro", podendo o empate persistir até os pênaltis. A história do esporte O esporte argentino tem relatos que datam do ano de 1600. Em sua origem a bola consistia em um pato vivo, colocado dentro de uma rede de couro, que seria disputado ao inicio da partida por duas equipes montadas. Cada jogador puxaria a rede de couro para si, aquele com mais força iria iniciar com a posse do pato, disparando até um ponto determinado, enquanto protegia o animal da equipe adversária que tentaria capturá-lo novamente. No ano de 1822, o jogo de Pato foi proibido, através de um decreto do Governador de Buenos Aires, Martín Rodríguez, devido a utilização de um animal vivo e o perigo para os ginetes que sofriam acidentes. Em 1937, o jogo ressurgiu, com uma série de regras e adequações, substituindo o pato por uma bola, com medidas de segurança e vestimenta apropriadas para a prática e a definição do objetivo do jogo com a utilização de cestas. Na década de 70, o Pato chegou na França, onde foi readaptado para melhor condizer com os espaços e cavalos europeus. Lá passou a ser chamado de Horseball, sendo esta modalidade reconhecida pela Federação Equestre Internacional. Disputa na Rainha da Fronteira E a prova secular foi resgatada na pista de Bagé/RS, onde uma disputa do esporte foi realizada no dia 1 de dezembro, junto à programação da raça Crioula no município, promovida pelo Núcleo de Criadores de Cavalos Crioulos do município. E essa não é a primeira vez que a disputa é realizada em território gaúcho e utilizando somente cavalos Crioulos. Em 2013, por exemplo, São Lourenço do Sul/RS foi quem sediou a iniciativa, na época, pioneira Fonte: Abccc

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Artigos sobre o Agro Negócio

Rédeas bate recorde
Novo Campeonato Gaúcho de Rédeas bate recorde Neste sábado, dia 09 de dezembro de 2017, a ARCR | Associação Riograndense do Cavalo de Rédeas realizou a 1ª Etapa do 15º Campeonato Gaúcho VTR de Rédeas, Potro do Futuro Organnact e Snaffle Bit ARCR, no Rancho TMT, antigo Centro Hípico Querência, na zona sul de Porto Alegre. Tivemos recorde de inscrições e provas com muito equilíbrio e alto nível. Foram 168 inscrições em todas as categorias, divididas entre ABERTO, AMADOR e os sub-níveis Jovem, Feminino e Sênior. O juiz da ANCR/NRHA, Giovani Bonancin fico surpreso com a organização da etapa "-O Rio Grande do Sul é, sem dúvida nenhuma, o maior núcleo de rédeas do Brasil e a forma profissional que a Associação conduz o campeonato é exemplar. Nunca vi uma etapa regional com tantos participantes. Tudo é pensado com cuidado e realizado com muito carinho por uma turma que abraçou a Entidade e contagia a todos a sua volta. Chama atenção o grande número de meninos e meninas competindo, já em alto nível, indicando uma nova geração que vem chegando." Este número de jovens começou com a criação da modalidade Estribo Curto, há 3 anos, quando no final das provas a gurizada podia entrar em pista com o responsável e mostrar o que já sabe fazer. Alguns entram no colo do pai, montado a cavalo. Todos ganham medalha e uma avaliação motivacional do juiz. É um dos momentos mais esperados do evento. A etapa contou com muitos novatos experimentando a modalidade, alguns pilchados e outros de sotaque bem diferente ao nosso, era fácil identificar que vieram de longe para participarem do Campeonato Gaúcho, muitos de Santa Catarina e Paraná, outros do interior do Rio Grande, como Santa Maria, Portão, Novo Hamburgo e Glorinha. Ficamos felizes em ver nossos patrocinadores e parceiros satisfeitos com os resultados das vendas durante o evento. Outro diferencial foi o desenvolvimento de um SISTEMA gerencial para o Campeonato e Gestão da ARCR. O sucesso desta etapa experimental já despertou o interesse da Associação Nacional e demais núcleos regionais que querem contar com este facilitador. Público e associados puderam acompanhar a ordem das provas, os respectivos resultados e as classificações, on-line. O Sistema foi desenvolvido com a parceria da Empresa ACIZ . Soluções em Software. A organização do evento oferecia também: "ESPAÇO TRAIL RIDE": dois cavalos no redondel à disposição, com dois professores experientes para que possíveis interessados pudessem se aproximar e vivenciar o cavalo de rédeas. “ESPAÇO KIDS”: pensando na comodidade e na família, criamos um espaço para os nossos pequenos poderem brincar e se distrair. Apesar, que grande parte das crianças preferiram a diversão sobre o lombo do cavalo! Enfim, um evento realizado com muito trabalho e dedicação de uma grande equipe e a alegria de ver que hoje vivemos um momento que sempre foi nosso sonho de Associação! O clima era tão favorável, uma egrégora tão forte que os problemas, que sempre aparecem, não tiveram espaço, pois tudo foi administrado com cooperação e bom senso. O local sempre foi um palco histórico das rédeas e a energia foi muito contagiante. Quando assumi a gestão do Campeonato Gaúcho, há 3 anos, formamos um time muito forte e comprometido. Cada um tinha uma responsabilidade. O empenho de todos foi enorme e os resultados foram melhorando a cada etapa. Periodicamente nos reuníamos para avaliar o rumo e corrigir a rota. Hoje, este mesmo time, agora sob a coordenação da Joana Azevedo, comemora o sonho de ver o sucesso da Associação chegar a um nível como esta etapa que realizamos. Sabemos que os desafios continuarão crescendo, mas agora a motivação está ainda maior, pois sabemos que este esporte tem muito a nos dar! Fotos: Spolavori

Rdeas bate recorde

Histórias de Vida

A Vida no campo como ela é.

Da crise uma oportunidade
Uma família que soube fazer da crise uma oportunidade A família Monchietti Cocco, em Río Cuarto, evitou a crise do gado e agora está tirando proveito. Faz um ciclo completo e transforma os grãos em carne e também investiu em uma cabanha e um centro de inseminação. A produção de gado é uma das atividades da agricultura que vem se recuperando nos últimos anos após o ataque de Kirchner. Muitos produtores encolheram e outros, diretamente, retiraram-se do negócio. Um deles poderia evitar a crise era a família Monchietti Cocco, em Río Cuarto, Córdoba, que não só ficou na atividade em um dos piores momentos, mas também colocou seus baús e apostou forte no meio do declínio do gado investindo em uma cabanha em 2007 e mais tarde, em um centro de Inseminação em 2009. "Quando todos foram para a soja, nossa decisão era ir para o gado", resumiu Ernesto Monchietti, a terceira geração da família Monchietti Cocco. A particularidade da família é que todos trabalham neste negócio e todos os investimentos são acordados entre os membros. "O objetivo é tornar o campo tão intenso quanto possível", disse Ernesto, que começou a trabalhar na fazenda familiar em 1990, quando tinha apenas 18 anos, enquanto viajava pelo campo com Clarín Rural. E para poder atingir a tarefa, a família priorizou o agregado de valor aos grãos, transformando-os em carne com o ciclo completo como padrão e incorporando a genética, a saúde e a tecnologia de ponta. Fundamentalmente, eles exploram "La Negrita", o estabelecimento emblemático da família adquirido em 1945, mas do crescimento da produção de carne e da retenção de barrigas (eles têm mais de 700 no presente), expandiram-se para San Luis. Primeiro, eles alugaram, em Buena Esperanza, e agora, eles adquiriram um campo em Santa Rosa del Conlara, localizado na mesma província de San Luis. O objetivo de longo prazo, de acordo com Ernesto, é manter a retenção de barrigas e continuar no caminho do boom incorporando outro campo e construir outra estrutura semelhante àqueles que já estão nos campos que exploram. O estabelecimento principal, recentemente realizado um dia do Instituto para a Promoção da Carne Argentina (IPCVA), tem quase 500 hectares, dos quais 210 hectares são dedicados à agricultura e o resto é para gado. Na área agrícola, planta 100 hectares de soja que vende como grãos e outros 110 hectares de milho, que é usado principalmente para alimentação de gado: 40 hectares são dedicados a ensilar cereais picados e os restantes 70 hectares da colheita são colhidos como grãos. . E dividem as datas de semeadura no início e no final. Esta última estratégia, segundo Ernesto, lhe dá maior estabilidade na colheita. Especialmente neste ano que a falta de chuva estava complicando o desenvolvimento das plantações. Do mesmo modo, eles também implantaram 60 de sorgo, 20 hectares de moha, 132 hectares de alfafa, 70 hectares de pastagens naturais melhoradas e 50 hectares de vegetais de inverno para completar a dieta para todas as categorias. Assim, antes desta grande oferta de alimentos, eles produzem desde a reprodução até o animal gordo até o quintal comercializando os animais para o mercado interno em 420 quilos, um quilômetro acima da média. "Isto é principalmente por causa da genética e nutrição", disse ele. Os números apoiam: em "La Negrita" para taxa de gravidade de 95%, 85%. Aqui, 100% das vacas e novilhas estão inseminadas. Nós campos de SanLuis, estes valores diminuem, mais, em qualquer caso, ainda estão muito bons. Por outro lado, a tem uma cabine Aberdeen Angus que veio trabalhar 10 anos atrás. Não total, eles vendem 90 excursões por ano e algumas novilhas gravidas ou serviço. Eles foram feitos em diferentes exposições rurais e reproduzindo leilões nas províncias de Chaco, San Luis, Santa Fe e Córdoba e bandas privadas na cabine. Paralelamente, eles têm uma cabana de ovos que opera no raça Hampshire down (eles tem 50 mães). Do mesmo modo, o sêmen das 4 raças principais (Angus, Hereford, Brangus e Braford) são vendidos no Centro de Inseminação e Transferência de Embriões. "A idéia é incorporar mais produtos (novos touros e linhas de sangue) e ficar mais forte no mercado em termos de venda de sêmen", disse Ernesto, referindo-se ao fato de que eles estão apenas entrando no negócio. "Temos mais trabalho no serviço de congelamento para terceiros", acrescentou. Quanto ao que vem para a atividade, Ernesto é claro sobre o que deve ser corrigido para continuar a recuperação da atividade. "Nós devemos beneficiar e dar condições com políticas de longo prazo ao link principal na cadeia de gado, que é o criador. Se tivermos bezerros, o resto será dado progressivamente e nós estaremos ganhando mercados onde queremos ", analisou. Fonte: Clarín Rural | Esteban Fuentes Fotos: Clarín Rural Tradutora: Maria Eduarda Sanes

Da crise uma oportunidade

Criadores

A paixão por criar

Prova mais importante da raça Crioula definiu calendário para 2019
Treinadores e proprietários já podem se preparar e programar para o ciclo 2019 do Freio de Ouro O momento mais importante para a raça Crioula em qualquer temporada é o Freio de Ouro. Para a 42ª edição no ano que vem, da prova que é composta por várias etapas, calendário do ciclo foi definido pela Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulo. Com julgamentos de Morfologia e provas Funcionais, onde são testadas a doma, a resistência, a docilidade, a aptidão e a coragem que formam o perfil funcional do cavalo Crioulo, os conjuntos vão passando por várias classificatórias e credenciadoras ao longo do ano. Até chegar ao pico da temporada, a final do Freio de Ouro em agosto, durante a Expointer. A programação mais esperada do ciclo 2019 já tem datas e locais determinados. Entre março e julho de 2019, sete classificatórias marcam o calendário do Freio de Ouro, promovido pela ABCCC. As provas que selecionam os melhores do ciclo irão definir seus campeões na final do Freio, que acontece entre 22 e 25 de agosto, em Esteio/RS. Em decisão aprovada pela diretoria, entre as principais novidades da temporada está a unificação das classificatórias gaúchas da região Norte e Sul, que acontecerá no Parque de Exposições Assis Brasil. E da região 8, que congrega os Estados acima do Sul do país. Outra mudança que estará vigente nas seletivas é o número de conjuntos classificados nas seletivas brasileiras, que passará de oito para até 16. Confira o calendário 6 a 10 de março - Argentina, Jesus Maria 4 a 7 de abril - Bocal de Ouro, Esteio (RS) 9 a 12 de maio - Uruguai, Montevidéu 15 a 19 de maio - Classificatória Aberta, Esteio (RS) 13 a 16 de junho - Classificatória Gaúcha, Esteio (RS) 20 a 23 de junho - Santa Catarina e Paraná, Araranguá (SC) 4 a 7 de julho - Região 8, Local a definir Fonte: Abccc Foto: Felipe Ulbrich/ABCCC

Prova mais importante da raa Crioula definiu calendrio para 2019