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Credenciadoras no Uruguai, primeiro passo a grande finaL...
Caminho ao Freio de Ouro O freio de ouro é o teste mais importante da raça crioula. É a única competição equestre no mundo onde a morfologia e as condições funcionais do cavalo são marcadas. O momento culminante é a final que ocorre desde 1982, no Parque de Exposições Assis, no Brasil, em Esteio-Porto Alegre. Apenas os melhores 48 machos e 48 mulheres chegam lá, o que anteriormente tinha que superar estágios exigentes de credenciais e qualificadores. Essas instâncias anteriores, envolvendo mais de dois mil exemplares, garantem que são os melhores expoentes da raça, aqueles que disputam o próprio freio de ouro. Entre o Brasil, a Argentina e o Uruguai, mais de cinquenta credenciais são desenvolvidas e depois mais de dez qualificadores. O último, como indicado pelo seu nome, é o passo anterior para alcançar Esteio e apenas um é desenvolvido em nosso país e outro na Argentina. Claro, para alcançar a classificação só é alcançado se você obtém a pontuação mínima necessária e dentro das cotas estabelecidas para cada qualificador, no caso do Uruguai são quatro para cada sexo ao igual que para a Argentina. São Carlos No Uruguai, este teste abrangente começou no final dos anos 90 e no início de 2000 com a incorporação de sangue brasileiro às cabanhas do Uruguai e a contribuição de vários pilotos do Brasil com trajetória importante. Assim, destacamos Vilson Souza, primeiro vencedor do Freio de Ouroem 1982, com Itaí Tupambaé de Cabanha Tupambaé de Oswaldo Pons, importante criador de Bagé, no Rio Grande do Sul. Das três credenciadoras uruguaias, as de San Carlos foram desenvolvidas em outubro e Rivera no início de dezembro, subtraindo a fevereiro em vez de serem determinadas. Esses testes permitem que os quatro melhores machos e fêmeas com a pontuação pré-estabelecida, disputam a qualificação uruguaia. A exibição de San Carlos, de 20 a 22 de outubro, mostrou uma excelente organização, destacando em sua programação as habilidades de Morfologia, prova Alberto Soca, Freio Jovem, e finalmente, o mais transcendente, a Credenciadora ao Freio de Ouro. Com foco no último, Mauro Ferreira, ex-presidente da Associação Brasileira de Cavalos Crioulos (ABCCC), Diego Musto e quem subscreve, membros do corpo de jurados da ABCCC, teve a responsabilidade de jurá-lo. Credenciados Participaram sete fêmeas e três machos. Tanto o número de concorrentes quanto o nível exibido não atingiram as expectativas e os resultados mostraram em ambas as categorias. Nas fêmeas ganharam Tape Batuta de Fergo S.A. com o monte de Soledad Ferreira. Ele terminou com 17.817 pontos, uma égua rosada de uma morfologia média e funcionalmente combinada com experiência neste teste nos últimos anos. Ela é filha de São Martim Guante, um garanhão brasileiro que importou a cabana Santa Elena de Guarapirú, que se destacou por suas condições funcionais notáveis. O segundo lugar foi para a GS Selecta de San Pedro com 17.503 pontos, criados e expostos por San Pedro Cabaña por Guillermo Sanguinetti Gallinal e liderados por seu filho Santiago. Esta égua vermelha, que também se destaca pela sua morfologia, teve bons escores nos testes funcionais, especialmente em suas caminhadas e paleteadas. Selecta é filha de RD Escorpiao, outro garanhão brasileiro, possuído pela cabine de setembro e um dos cavalos mais importantes do Uruguai devido à sua notável produção. Maragata Cala Bassa de Claudio Fernández com o piloto Juan Pablo González, culminou o teste em terceiro lugar com 16.817 pontos. Esta colorada de excelente morfologia, muito feminina e equilibrada, filha de Maragato dos Alpes (garanhão brasileiro reconhecido) teve uma performance irregular, com excelente marcha, figura e segunda mangueira, mas com problemas importantes no último dia, corridas de vacas que a relegaram para essa posição. A quarta posição foi para Macarena Doña Nina de Ramón Bianchi com as montagens de Daniel Mozzo com 16.048 pontos. Este binômio conseguiu um prêmio que eu estava procurando por alguns anos atrás. Esta zaina teve uma nota alta nas segundas paleteadas que a levaram a superar a barreira de 16 pontos para se qualificar para a Qualificação. Essa égua é filha de Jaguel Canibal, também da Green Belt S.A. Na categoria machos, Tape Basalto com Pablo Durán, o grupo que representou o Uruguai no Freio de Ouro 2017 em Esteio, adquirido por Jean Paul Lavie e Javier Caldevila, ganhou a credenciadora com uma performance não tão notável quanto esperada devido ao fato de ser uma finalista de Esteio. De qualquer forma, este rosilho ganhou confortavelmente com uma pontuação final de 17.782 pontos e foi o único que conseguiu credenciar. Como o vencedor, este cavalo é o filho da Luva São Martim. O segundo lugar foi para Piraí 58 por Paulo Moglia com a monta de Santiago Gimenez. Este cavalo colorado, filho do garanhão mais proeminente morfologicamente nos últimos anos, Piraí 1569 do Brazao (BR), mostrou movimentos extraordinários, mas imaturos, além de serem extremamente leves e com pontuação morfológica muito baixa. VR Redomón Olvido com Juan Miguel Vivo e exposto por Agropecuaria Os Redomones, como Pirai 58, mostraram muito boas andaduras e entrada de patas na esbarrada, mas foi notável a falta de treinamento que certamente será corrigido para a próxima oportunidade, permitindo que obtenha excelentes resultados, isso se arrastou, é o filho do multi-finalista do Freio de Ouro Honesto Simpatia (BR) que tantas vezes foi protagonista em Esteio. Assim, as primeiras quatro éguas e o garanhão vencedor foram os cinco credenciados para a Classificatória 2018, que serão adicionadas àqueles que emergiram de Rivera e os próximos de fevereiro. Escolher e preparar um cavalo com a aspiração de chegar ao final do freio de ouro em Esteio significa um longo e muito exigente caminho. Primeiro, selecione a genética apropriada que inclua uma excelente morfologia e condições funcionais superiores, e depois passeie pelo treinamento e treinamento necessários para alcançar o objetivo difícil. Os criadores uruguaios estão cientes disso e o trabalho foi feito a este respeito. A credenciadora de Rivera foi prova disso. Fotos: CS Fotografias

Credenciadoras no Uruguai, primeiro passo a grande finaL...

Histórias de Vida

A Vida no campo como ela é.

Guri que nasce com sangue no olho pelos cavalos
Guri que nasce com sangue no olho pelos cavalos, pela lida campeira... Tem poucos... mas tem. E nós, fomos atrás. Hoje, esse "guri", já tem 30 anos, é casado, e tem dois filhos. O que ninguém sabia, e que esse menino, filho primogênito, iria um dia se consagrar Freio de Ouro. Estamos falando de Fábio Teixeira, "Fabinho", como o conhece o mundo do cavalo crioulo. Hoje Fabinho, é reconhecido por todos, e mais se estiver montando algum pingo nesta caminhada que chamamos vida, que ele bem traçando e conquistando muito bem. "Fabinho", não começou ganhando, nem brilhando nos palcos do Freio de Ouro. "Fabinho" começou sua lida, com meses de vida, no colo da sua mãe, recorrendo os campos e revisando gado. Os meses foram passando, e o menino não queria mais saber de mãe, ele queria mesmo era se mexer sozinho pra cima e pra baixo como todos faziam. Foi assim, que começou a escrever sua história em uma petiço. Petiço que foi o primeiro companheiro de lidas campeiras junto com seu pai, e seu avó, sem importar horas que levasse, com 3 anos, ele estava firme lá acompanhando. E não é que no meio da lida batia aquela fome? Arlete, a mãe, já conhecendo o pequeno, estava de mamadeira pronta pra levar pra ele, quem fazia questão de bebê-la encima do cavalo, nada de baixar o petiço. Também, como não podia ser diferente, nas horas de lazer, o pequeno já tinha sua fazendinha de cavalos, pra continuar a lida. O interesse só aumentava, só crescia, o Fabinho queria mais, ele não queria ficar só com aquele petiço. Foi então, que os pais, compraram duas éguas crioulas. Uma, claro, ficou com ele. A outra, já podia emprestar pra irmã, que também gosta de cavalos. Mas não desviando, o assunto era o Fabinho não ficar sem égua, porém, se transformou em sua professora. Pra começar a se envolver um pouco mais, ele decide ajudar o pai na parte campeira dos leilões que fazia, sempre buscando aprender. Mais ele foi em busca de mais, ele queria treinar, queria participar de provas. Sua vontade foi feita realidade, começou a participar de provas de aspirante, de freio jovem, e para sua surpresa, a maioria, com vitórias. O tempo foi passando, os conhecimentos se aprimorando, e o profissionalismo batendo a porta. E com 16 anos, que decide estrear então, nas pistas profissionais. O que não sabia era que começava um novo caminho, que começava a escrever um livro de vitórias, sempre acompanhado de mito respeito, de muita garra, de muito foco, e sobre todas as coisas, muito amor, pelo que um dia era só um sonho. Mais isso você descobre, no segundo capítulo, desta fabulosa história! Cosas del Campo, sempre perto de você!

Guri que nasce com sangue no olho pelos cavalos

Atravessando Fronteiras

Colunas Internacionais

A velocidade em cavalos
Acredito que, nos anos em que vivi, vi e cavalguei grandes cavalos. Isto último, mais que uma virtude pessoal, atribuo a algum fator fortuito. Mas deixou-me a impressão de saber instantaneamente quando estou na presença de um cavalo diferente. Vi muitos cavalos que me deslumbraram, nas paleteadas a yunta da Muñuela e da Telaraña, Que Lola e Si Sera. Eu pude testemunhar os títulos do Aguaitando. Vi mover o Facón que me lembro de ter descido com um amigo para contar os doze metros que eu havia colocado minhas pernas em uma final em Palermo, fato que me deixou surpreso. Mas há um cavalo que desde que o vi pela primeira vez acordei e ainda hoje não só mantém a minha admiração, mas também é com o amor que me gerou. Ele é Tinajera Miralejos. Lembro me de que foi em um leilão quando alguém me disse que ele tinha tido um desempenho enorme e ele tinha feito 60,5 de 70 possíveis em uma classificatória. Mas não foi até a semifinal em Mendoza que eu não a vi viver e viver. O que um dia, Pedrín Muñoz, a maioria na Argentina conhece este grande amigo, não parece afetar a situação e deixou a sensação de que tudo o que ele queria fazer com Miralejos naquele dia poderia ser alcançado. Mas o destino é mesquinho. Porque em um desempenho um pouco mais normal perde a final quando se move no desmonte e monte. Mas tudo nesta vida tem seu retorno. E não foi necessário esperar tanto tempo, quando a nomeação foi em Montevidéu para a FICCC de 2012. Com grande concordância dos países da FICCC mais o Huasuncho, e o Pistilla, eles deixaram um cenário digno de uma batalha épica. E esse foi o seu dia, coroado campeão da FICCC. Hoje ele está treinando para correr o freio, que seria sua terceira prova. Ele foi finalista em um corral separado, campeão de rédeas da FICCC e veremos como ele escreve este capítulo. Como reprodutor já tem um filho de freio de prata. Seus filhos não só têm a agilidade e boa boca dele, mas eles também possuem uma mansidão surpreendente. Eu nunca andei a cavalo com suas condições, e isso não prejudica a memória das outras celebrações que eu pude escalar. Mas a velocidade e a agilidade do mesmo, a velocidade nos movimentos laterais e a suavidade para colocar as pernas, o que os coloca como poucos, foram as coisas que mais me deslumbraram. Amém da sua nobreza do Grande Cavalo. Mas as coisas não são o resultado da casualidade. Seu pai vem de uma família de cavalos classificados no rodeio chileno. Já seja o Sembrador, para não mencionar o múltiplo campeão de rienda Cachupin ou Cantinita. Mas as mães nesta vida são tudo, Forastera é filha de San Pedro Huaso, cavalo de ótimas condições, Afinao pai, três vezes FZB, e que toda mãe que está presente torna diferente. Sua avó materna foi uma das grandes éguas de Don Victor Esevich, Secretaria da SEPULTURA. Filha do único campeão de rodeio chileno que chegou à Argentina, Quizapu Forastero. Nada acontece só. Acho que até o Miralejos, as coisas tinham uma velocidade, então percebemos que havia uma marcha em alguns "diferentes"...

A velocidade em cavalos

Bem estar Animal

A vida do campo

Filé mignon recheado com bacon e gorgonzola
Ingredientes Carne 2 colheres (sopa) de margarina sem sal (40 g) 1 cubo de Caldo de Picanha 1 pedaço de filé mignon (cerca de 500 g) 2 colheres (sopa) de azeite (30 ml) ¼ xícara (chá) de água (60 ml) Recheio 4 fatias de bacon (70 g) 1 xícara (chá) de queijo tipo gorgonzola cortado em pedaços grandes (150 g). Acompanhamento: 3 peras maduras e firmes (500 g) 2 colheres (sopa) de manteiga (40 g) 4 Cravos-da-Índia 1 Pau de Canela 2 colheres (sopa) de açúcar (20 g). Modo de preparo Carne Amasse o cubo de Caldo de Picanha o com a margarina, até obter uma pasta. Abra a carne como um bife bem fino. Distribua metade da pasta sobre a carne. Distribua as fatias de bacon sobre a carne e, sobre elas, o queijo. Enrole a carne como se fosse um rocambole e amarre com um barbante. Passe o restante da pasta na parte de fora da carne. Numa assadeira, aqueça o azeite, acrescente a carne e frite-a de maneira que fique dourada de todos os lados. Retire do fogo, acrescente a água e cubra a assadeira com papel-alumínio. Leve ao forno médio (180 ºC) para cozinhar/assar, por aproximadamente 30 minutos. Peras Descasque as peras e corte-as em gomos grossos. Reserve. Numa frigideira grande, aqueça a manteiga em fogo brando. Junte os Cravos e o Pau de Canela. Frite os gomos de peras até cozinharem. Salpique com açúcar e continue cozinhando, até começar a dourar. Sirva a carne fatiada, acompanhada do molho e dos gomos de pera. Tempo de preparo: 80 minutos. Fonte ComidaeReceita

Fil mignon recheado com bacon e gorgonzola