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Notícias do Campo

Primavera começa neste sábado, com possibilidade de novo El Niño
Saiba a previsão do tempo nas regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil nos próximos três meses A primavera no Hemisfério Sul começa hoje, às 22h54, e termina no dia 21 de dezembro, às 20h22, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Segundo o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (Cptec), as características meteorológicas da estação começaram a ser observadas alguns dias antes, com chuvas mais intensas e frequentes nas regiões Centro-Oeste e Sudeste, marcando o período de transição entre a estação seca e a estação chuvosa. Tanto o Cptec quanto o Inmet registram a possibilidade da chegada, ao fim da estação, do El Niño, fenômeno atmosférico caracterizado por um aquecimento anormal das águas superficiais no Oceano Pacífico. O El Niño pode afetar o clima regional e global, mudando os padrões de vento e afetando os regimes de chuva em regiões tropicais e latitudes médias. "Os modelos analisados mostram aumento de temperatura da superfície do mar sobre o Pacífico Equatorial para o trimestre outubro, novembro e dezembro de 2018, indicando a previsão de ocorrência do fenômeno El Niño, embora ainda não seja possível estimar a intensidade desse episódio", explica a nota técnica do Cpetc. A informação também consta do Prognóstico Climático da Primavera divulgado pelo Inmet. "A maioria dos modelos dinâmicos e estatísticos, gerados pelos principais centros internacionais de meteorologia, indicam uma probabilidade superior a 60% que se desenvolva um novo episódio de El Niño, durante o fim da primavera de 2018 e início do verão de 2019", diz a nota. Fonte: Veja adaptado por Cosas del Campo

Primavera comea neste sbado, com possibilidade de novo El Nio

Colunistas

Artigos sobre o Agro Negócio

"Sou grato demais aos cavalos"...
No final de semana do dia 09 de junho, no Centro de Eventos Querência, ocorreu a terceira e última etapa do XV Campeonato Gaúcho VTR de Rédeas 2017/2018. Foi um ciclo extremamente competitivo, com recorde de inscrições, competidores vindos de Porto Alegre, do interior do estado, de Santa Catarina, do Paraná e do Uruguai. É preciso destacar o resgate de um dos lugares que foi palco das grandes competições das rédeas no Rio Grande do Sul, o Querência, localizado na zona sul da capital, com excelente pista coberta e ótima estrutura, oferecendo as melhores condições para a prática de rédeas e contribuindo para o engrandecimento do evento e da modalidade. Tomaz Marinho, médico, carioca, apaixonado pela modalidade, que julgou muitas provas nos primeiros campeonatos de rédeas aqui no Estado, foi o responsável pela retomada das atividades equestres no Querência, onde mantem o Centro de Treinamento TMT. No local, também estão estabelecidos os treinadores Maximiliano Conceição e Rodrigo Nieves. O modelo do campeonato tornou o mesmo competitivo e atrativo até o fim. São três etapas, sem descartes e a pontuação da última etapa é 1,75 vezes maior que as demais, ou seja, é emoção até o fim. Muitos mantêm a chance do título, de podium no campeonato ou de classificação para o Campeonato Nacional. A modalidade de rédeas é dividida em duas categorias: ABERTA, dos profissionais, e a de AMADOR. Cada uma delas está dividida em 4 níveis, sendo o nível 1 considerado de ingresso aos novos competidores, que podem usar as duas mãos nas rédeas, facilitando um pouco mais os comandos e por isto correm separados dos demais níveis, que precisam se apresentar com apenas uma mão. As demais categorias são classificadas pelo ranking nacional. Aqueles que obtém determinado ganho nas competições nacionais sobem de nível. Exemplo: quem vence o Potro do Futuro no nível 2, passa a ser nível 3 e não compete mais contra aqueles que são nível 2, apenas com o 3 e o 4, dando chance para os menos experientes conquistarem títulos também. Para motivar ainda mais o ingresso de novos participantes, a ARCR (Associação Riograndense do Cavalo de Rédeas) criou outras duas categorias para os menos experientes: Iniciantes A e B, além das subcategorias de Sênior, Jovem e Feminino, exclusivas para as categorias do AMADOR. Tudo isto tem contribuído muito para fomentar cada vez mais a modalidade e vem garantido o sucesso ano a ano. Nas colunas anteriores, relatei minha performance na segunda temporada como competidor na categoria AMADOR N1; categoria que meu filho, Antônio Brocker Junqueira, conquistou o título em 2012 e agora compete nas categorias AMADOR 2, 3 e 4. Ambos tínhamos chance de conquistar o Campeonato, mas era preciso vencer ou ficar bem colocado na etapa e contar com uma combinação de resultados. Considerando o grande número de competidores e o alto nível da competição, nosso foco era apenas na performance individual. Executar com êxito tudo que treinamos e fazer melhor o que já fizemos, este é o foco, o objetivo maior e a filosofia da nossa equipe. Se conseguíssemos, isto seria o sucesso! Como consequência, talvez fôssemos melhores do que outros e poderíamos ficar bem posicionados. As provas iniciaram na manhã de sábado com categoria ABERTO, onde Antônio Corrêa venceu e foi campeão do ABERTO N3 e N4. Fabrício Suris da Silveira foi Campeão no ABERTO N2 e Reginaldo Machado o Campeão do ABERTO N1. A tarde foi a vez dos AMADORES e meu filho Antônio era o primeiro conjunto a entrar em pista. Fez uma ótima prova, ganhou a etapa junto com o competidor Matheus Marinho e acabou conquistando o título de Campeão AMADOR nos níveis 2, 3 e 4, com o Encomendeiro do Recanto Gaúcho, um cavalo crioulo, comprado no Acre, do amigo e criador Thales Bordignon. Na sequência, iniciaram as provas do AMADOR N1. Entrei focado no meu objetivo, havia treinado bastante e deu certo. Data Venia Flete é um cavalo crioulo talentoso, que exige que eu seja correto com ele para mostrar seu potencial, mas sou grato pela honestidade dele comigo. Deu tudo certo, o cavalo estava me esperando; frase que usamos para designar um animal tranquilo que está conectado e focado no cavaleiro. Acabei ficando reservado campeão na etapa e conquistando o título de Campeão Amador N1 e Sênior. Confesso que até o final da prova eu desconhecia a classificação. Estava muito feliz com meu resultado em prova. Quando reencontrei meu filho, junto à família na arquibancada, recebi um forte abraço e ele comentou comigo: "Pai, tu fostes Campeão e eu ganhei os demais níveis!" Que momento! Uma alegria enorme, para um momento que não imaginava. A felicidade era maior com a presença de meus pais e minha irmã que haviam vindo de longe para nos prestigiar. Pai e filho ganharam todas as categorias do AMADOR! Fiquei muito feliz pelo nosso treinador e grande amigo, Maximiliano Conceição. Apaixonado pelo que faz, sempre nos transmitiu sua filosofia de treinamento que ultrapassa muito os conceitos básicos de equitação, estendendo-os a questões psicológicas de preparação, de concentração, de foco no crescimento pessoal, na superação dos nossos limites e exaltando sempre o amor e respeito aos cavalos. Apesar de me considerar experiente sobre o lombo do cavalo, na condição de Cavaleiro da Paz que já andou muito pelo mundo, eu comecei a montar já adulto, sou consciente das minhas limitações técnicas e da necessidade de treinar muito para poder competir. Mas para mim, a verdadeira vitória está em vencer meus próprios limites e evoluir sempre! O esporte de rédeas envolve família e foi nela que busquei conhecimento para o pequeno Antônio, quando tinha apenas 10 anos, com o objetivo de melhorar sua equitação para acompanhar o pai em nossas aventuras equestres. Foi este mesmo esporte que despertou nele a grande paixão pelo cavalo, a disciplina do treino, da dedicação e do aperfeiçoamento. Foi lá que eu também busquei conhecimento para evoluir minha equitação. É em volta deste esporte que nossa família se reúne, torce, sofre e vibra. É falando da modalidade que nos reunimos frequentemente com amigos, fazemos churrasco e comemoramos tantas amizades. E foi nesta modalidade que eu e meu filho conquistamos juntos o título de campeões gaúchos. Para finalizar, sou grato demais aos cavalos que tanto nos ensinam e que são capazes de proporcionarem alegrias tão grandes quanto este momento. Fotos: SPOLAVORI | FOTOGRAFIAS Fotos: Clóvis S Prates | Fotografias Fotos: VTR | VENTURY

Histórias de Vida

A Vida no campo como ela é.

Nove vezes Campeão, sim nove...
Juan Carlos Loaiza, nove vezes Campeão Nacional de rodeio. Por Arturo Montory G.     Juan Carlos Loaiza Mac-Leod ginete que representa ao Criadero Santa Isabel, pertencente ao Clube Futrono e a Associação de Rodeio Chileno de Valdivia. Grande parte da sua campanha há tem feito junto a Eduardo "Lalo" Tamayo.   A mediados da década de 1980 fazia collera com seu cunhado Eugenio Mendoza. Logo formou um grande equipo do criadero El Tani de seu pai Ernesto Loaiza, e seus dois irmãos, Alejandro e Ernesto e com eles foram finalistas em Rancagua. A finais do ano 1980 começou a correr junto a Carlos Mondaca de Valdivia, e ganhou seus primeiros dois Campeonatos Nacionais, correu também com Ramon Cardemil Moraga, y Alfonso Navarro U. Por Santa Elba, logo foi ao criatório Santa Isabel em 1992, onde ganhou sete títulos mais junto a Eduardo Tamayo e Luís Eduardo Cortés. Ademais de ser ginete, Juan Carlos Loaiza, é engenheiro agrícola na Universidade de Chile, sede Temuco, atual universidade da Fronteira. Ainda contando com este título universitário, nunca exerceu, já que desde jovem tem se dedicado ao rodeio. Juan Carlos Loaiza nasceu em Lanco, uma comunidade Chilena que fica na Província de Valdivia, na Região de Los Rios. Se viu influenciado na prática do rodeio pelo seu pai, Ernesto Loaiza, quem se dedicava a ser arrumador de cavalos em Melefquén, uma pequena localidade perto de Panguipulli, onde tinha um pequeno criatório de cavalos chilenos, “El Tani”. O nome do criatório foi em homenagem a Estanislao Loayza, um popular boxeador iquiqueño.   Ganhou seu primeiro rodeio junto ao seu pai, a quem chama "maestro", em Futrono. Seus começos no rodeio competitivo se remontam aos mediados da década de 1980, quando tratava de se ganhar seu espaço nos corrais mais disputados. Antes de ganhar seus primeiros títulos nacionais estudou Engenharia Agrícola na Universidade de Chile de Temuco, atual Universidade de La Frontera. Durante a estadia na universidade jogava ao futebol numa equipe de Lanco, el "Juventud", jogava como delantero e ia muito bem, incluso o chamaram para jogar profissionalmente em Green Cross, mas preferiu terminar sua carreira e dedicar-se ao rodeio.   Formou uma grande collera junto a Eugenio Mendoza, conhecido popularmente como Queño. Juntos começaram a correr de uma maneira distinta, que no se tinha visto nunca antes. Se tratava de "encanchar" o novilho, quer dizer, não corrê-lo pela beira da meia lua, se não que entrar na cancha. Esta maneira de correr foi imitada por muitos ginetes, já que era uma maneira muito mais efetiva. Não por isso, os mais tradicionais não viam com bons olhos está nova maneira de correr já que muitos ginetes exageram a “encaranchada”, e era muito violenta para os animais. Com o pasar dos anos, esses problemas terminaram com a implementação de bandeiras para limitar a entrada dos corredores até muito adentro da cancha.   Seu pai, Ernesto Loaiza de profissão "arrumador" de cavalos chilenos e ginete, trabalhava com Edmundo e Victor Piel, propietarios dos criatórios El Quinto y Correltué, onde nasceram el Andrajo e seu filho Roncador. Os filhos de Adrajo foram trabalhados e corridos por Ernesto Loaiza. Juan Carlos pelos anos 1970 já se destacava na seleção de futebol de Lanco, seu povo. Era delantero, desses fortes na área, fazia goles. Depois se foi pra universidade e ali também ingressou pra seleção de futebol. Ali jogando chegaram dirigentes do equipo profesional de Green Cross de Temuco para oferecer ser parte da instituição. Dizia Juan Carlos: "Quase todos fazemos o mesmo no campo, e não tem muito entretenimento. Entre elas estava o futebol. Não era tão ruim. Joguei pela cidade de Lanco, ali fui seleccionado e também na universidade”. Quando este desparecida equipe profesional o quis levar, Loaiza tinha sua decisão já tomada. Não importava cuanto nem como tinham oferecido, sua vida não poderia estar longe dos cavalos, sua paixão desde pequeno, essa que o ensinou seu pai, um homem também de rodeio que se dedicava a arrumar estes animais. Disse não a proposta. Mas o futebol não foi a única atividade que conseguiu desviar este campeão. Teve que estudar e conseguir um título universitário, papel que nunca usaria na sua vida. "Aí está ponderado", diz, com ironia. "Minha mãe insistiu em que estudasse, e para não levar a contra eu estudei". Sempre tive dúvidas. Por exemplo, ingressei pra educação física e quando fui a tomar as matérias difíceis me troquei de carreira, engenheira agrícola, porque assim estaria em contato com o campo. "Me formei e dei essa satisfação para os meus velhos", assegura. Assim chegou ao rodeio, e o primeiro que fez foi montar com seu pai, com quem ganhou seu primeiro torneio. De ali em diante vieram as vitórias, esses que o locaram a se consagrar como o melhor expositor de esse esporte nos últimos tempos. Para muitos, o melhor da história do rodeio.    Campeonatos: 1° -1987-J. C. Loaiza y C. Mondaca em Papayero y Rico Raco (Propietario de los  potros era Carlos Mondaca) 2° -1988- J. C. Loaiza y C. Mondaca em Papayero y Rico Raco 3° -1994- J. C. Loaiza y E. Tamayo em Esbelta y Escandalosa (Propietario de las demás colleras criadero Santa Isabel) 4° -2000- J. C. Loaiza y E. Tamayo em Talento y Escorpión 5° -2001- J. C. Loaiza y L. E. Cortes em Banquero y Batuco 6° -2002-J. C. Loaiza y E. Tamayo em Talento y Almendra 7° -2007-J. C. Loaiza y E. Tamayo em Talento y Fiestera 8° -2012-J.C. Loaiza y E. Tamayo em Cantora y Alabanza 9° -2014- J. C. Loaiza y E. Tamayo em Delicada T.E. y Dulzura T.E.   Vice campeonatos: -1983- J.C. Loaiza y Eugenio Mendoza, em "Barbeta" y "Relincho" -1995- J. C. Loaiza y Ricardo de la Fuente, em "Es Cosa" y "Escolta" -1998- J. C. Loaiza y Eduardo Tamayo, em "Estirpe" y "Escoria" -1999- J. C. Loaiza y Eduardo Tamayo, em "Talento" y "Escorpión" -2003- J. C Loaiza y Eduardo Tamayo, em "Estimulada" y "Barricada" -2004- J. C. Loaiza y Eduardo Tamayo, em "Estimulada" y "Barricada"   Terceiros campeonatos: -1986- J. C. Loaiza y Eugenio Mendoza, em "Tranquerita" y "Morena Ingrata" -1996- J. C. Loaiza y Eduardo Tamayo, em "Es Cosa" y "Escorpión" -2011- J. C. Loaiza y Eduardo Tamayo, em "Fantástico" y "Galanteo" -2015- J. C. Loaiza y Eduardo Tamayo, em "Dulzura" y "Delicada" Fotos: arquivos

Nove vezes Campeo, sim nove...

Atravessando Fronteiras

Colunas Internacionais

Nunca pensei ver alguma coisa assim
Me lembro ter ido a Palermo, na exposição de Outono desde muito pequeno. Acompanhando ao meu pai, quem habitualmente competía nos rodeios. No final da década dos 80 e principio dos 90. A final da prova F.Z. Ballester guardava um espetáculo que sempre prometia ser um show. Assim foi uma final na que me encontrava na "verde" como se diz a tribuna de Palermo. Um grande amigo como é Pedro Muñoz (h), conhecido como "Pedrín", fez pódio saído Campeão e Subcampeão. O garanhão com o que foi Subcampeão até aquele dia, não o tinha visto se mexer. Tinha uma dor em seus membros. Inferiores, coisa que lhe restou possibilidades… mas jamais tinha presenciado um cavalo com a docilidade na sua boca e capacidade ou habilidade para em uma esbarrada deslizar suas patas por mais de dez metros. Foi tal o impacto que nos gerou que me lembro de estar com um amigo e ter baixado uma vez terminada a prova para que ver as marcas que tinha deixado. Uma vez acontecido isto ao passo dos anos comecei a ver éguas na sua maioria que presentavam as mesmas características. Não era casualidad e, todas filhas de Curitoro Facón. Hoje mais de 20 anos tem passado e se constituiu como um dos chefes de raça. Proveem de uma família de cavalos de muito boa boca e com o instinto de deslizar chamativa mente suas patas em qualquer esbarrada. Conta com três filhas tricampeãs, feito que o faz único, ao saber Cimbronazo Esta Sí, que também foi campeã de rienda em Chile. Que também fose Freio de Ouro. Toda uma lenda… Tinajera Petronila e Tinajera Agua Clara conforman o trio de Tricampeãs de Felipe Z. Ballester. Tem um grande filho de Facón que é Tinajera Miralejos, Campeão de rienda FICCC, cavalo sensação em Argentina. Outro destacado filho foi Chamaico Privinciano, garanhão que largasse no lugar 36 de morfologia na final do Freio em Esteio e chegasse como Freio de Alpaca. Tinajera Parejito sub-campão do corral de aparte, Tinajera Buen Abrigo, Campeão de Corral de aparte e exportado ao Brasil. Pai do garanhão de preço recorde Equador de Santa Edwiges. Tinajera Campo Lindo foi bicampeão de aparte, Aguaitando foi tricampeão. Outros filhos que se convertiam em grandes reprodutores da raça em Argentina e Brasil foram, Tinajera Chambergo, Tinajera Leonero, Tinajera Chaja, e Tinajera Dos Caldenes. Deixou grandes reprodutores como Tinajera Yaguarón, e a um grande reprodutor na atualidade como Tatuti Mozito. Quem fosse Freio de Ouro em Argentina, ademais de produzir dois Freio de Ouro e um Freio de Prata. A família de Curitoro Facón está marcada pelos êxitos, seu pai Los Tilos Sembrador é filho de Los Tilos Cachupín, lembrando, Multi Campeão de rienda em Chile, desde os anos 1970 ao 1973 inclusive, com umas condições extraordinárias. Ademais cumpriu grandes campanhas desde 1970 ao 1977 no quadro de honra de potros em Chile. Ademais se exportou outro grande filho de Cachupín, Las Hortensias Rigolemu, de grande produção. Como disse Don Victor Esevich, ninguém pensou que Curitoro Facón, seria essa pedra fundamental que é a o dia de hoje. Fotos: Arquivo (Cristian Rey) 1 Tinajero Mira Lejos 2 Tinajera Sombra e Toro 3 Los tilos Sembrador 4 Curitoro Facón 5 Equador de Santa Edwiges 6 Curitoro Facón

Nunca pensei ver alguma coisa assim

Bem estar Animal

A vida do campo

Diagnóstico da atividade ovarica: como funciona o entore?!
Nos últimos anos, a técnica de diagnóstico de atividade ovárica (DAO) foi incorporada aos rebanhos reprodutores com o objetivo de conhecer o estado reprodutivo dos animais durante o serviço e assim poder tomar as medidas correspondentes para obter a maior taxa de gravidez possível. A técnica permite observar o animal dentro e saber em que momento do ciclo reprodutivo é que às vezes pode não estar relacionado à condição corporal que o animal apresenta naquele momento. Geralmente, é feito no meio da entera, mas como a técnica é mais conhecida, recomenda-se fazê-lo antes, na primeira metade do serviço, ter mais tempo para implementar medidas de gerenciamento que possam mudar a situação reprodutiva do rodeio. A técnica permite categorizar as vacas em 4 lotes: prenhez, ciclismo, anestro superficial e anestro profundo e, com base nisso, os técnicos fazem as seguintes recomendações: Prenhez e Ciclismo: não é necessário implementar medidas especiais. Anestro superficial: com um desmame temporário (furação ou enlatamento) seria suficiente para reduzir os requisitos para o animal para re-ciclo. Anestro profundo: é necessário tomar medidas drásticas, como o desmame precoce ou implementar uma melhoria substancial da dieta acompanhada de desmame temporário. O fato de ser capaz de classificar o rodeio nos permite saber onde estamos hoje em dia, as gravidezes efetivas que já obtivemos e a probabilidade de gravidez que podemos obter. Mas, sem dúvida, o maior benefício é conhecer a proporção de animais que dificilmente poderemos engravidar se não realizarmos nenhum gerenciamento e tentar intervir de algum modo para reverter essa situação. Fonte:Foro Rural

Diagnstico da atividade ovarica: como funciona o entore?!