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Segundo dia dos Cavaleiros da Paz na Austrália...
por Mauricio Junqueira

Data: sexta, 16 de fevereiro de 2018 - Hora: 09:02

Levantamos cedo para a hora do mate e na sequência tomamos um reforçado café. Malas arrumadas no caminhão de apoio e a organização orientou a cada um fazer o seu sanduíche para o almoço, levar uma garrafa de água e partirmos.

Mais uma vez vimos um canguru logo no início da subida na montanha. O caminho era por uma trilha estreita pelo meio do mato com gigantescos eucaliptos e as espinhosas framboesas. Depois de duas horas de subidas íngremes, fizemos uma parada, comemos um lanche e seguimos a cavalgada. Mais duas horas depois paramos pra o almoço numa escarpa bem propícia para um descanso. Antes de partirmos, uma breve reunião para receber novas orientações dos guias. Revisaram os apertos das encilhar e nos orientaram a não filmarmos, para prestar atenção no cavalo e na trilha, pois passaríamos ao lado de ladeiras e penhascos por um estreito caminho.

Acostumados com lugares semelhantes mundo a fora, não imaginávamos o que estava por vir. Ribanceiras com 300m de altura e nós, costeando uma estreita trilha, com partes já esbarranqueadas e alguns contornos por árvores que limitavam ainda mais a passagem. Alguns momentos da trilha aliviava um pouco o perigo, mas logo depois voltávamos a passar por caminhos, onde o silêncio era total pela tensão e cuidados que o trajeto exigia.

Quatro horas depois chegamos ao local do acampamento, onde nos esperavam com um belo fogo de chão, cercado por cadeiras que anunciavam a tertúlia que teríamos à noite. Depois de desencilhar e lavar os cavalos, uma turma de cavaleiros, com algumas bebidas, se deslocou cerca de uma milha a frente até uma piscina natural formada pelo Rio Howqua. Apesar de muito gelado, foi um banho espetacular. Muita diversão, risadas e já aproveitamos para voltar de banho tomado, o que sempre é um luxo quando se está numa cavalgada.

De volta ao acampamento, chegamos fazendo festa e cantando, animando quem já estava ao redor do fogo e motivando nosso Confrade Elton Saldanha a pegar o violão e fazer umas músicas e poemas de improviso para a Gauchada. Depois do jantar o ambiente seguiu alegre, dando sequência a mais versos e músicas. A egrégora do lugar estava espetacular. Nosso Presidente Toco, o único a realizar as 18 edições das Cavalgadas Internacionais dos Cavaleiros da Paz juntou o grupo ao redor do fogo, para contar histórias da Confraria, junto com Elton Saldanha.

Diversos depoimentos dos demais cavaleiros foram relatados. Na sequência, foi realizada a cerimônia de "armação" do novo Cavaleiro da Paz, Larry Beltrame. É incrível a emoção que temos quando estamos distantes do nosso pago e com a missão de tão bem representa-lo. O silêncio e a atenção eram totais. O interessante foi que todos os Australianos acompanharam atentamente ao que se passava e posteriormente pediram para que fosse traduzido pelo nosso amigo Alexandre Cavalcanti e concluíram dizendo que a tradução poderia ter sido dispensada, pois a emoção traduzia tudo que presenciaram!

A noite foi ao relento, em sacos de dormir dentro de swag, uma proteção de lona que retêm bastante a umidade, no entanto, quem deixou descoberto, teve a surpresa de deitar numa cama encharcada pelo sereno. Entre tantos momentos engraçados do dia, um foi motivo de muitas risadas. O Presidente Toco estava se queixando de dor de garganta desde o início da viagem, então dei a ele um frasco de barita, gotas homeopáticas, que são muito eficientes para este tipo de tratamento. Segundo ele estava surgindo bom efeito. A noitinha, o Saldanha veio pedir remédio pro pessoal do grupo para o Toco, pois achava que ele não estava bem, sentia ele sonolento, estava deitado naquele momento e isto devia ser efeito da inflamação de garganta. Cinco minutos depois chega o Toco gritando comigo, e brabo porque eu havia dado água de Melissa (um calmante homeopático) e não barita! Ainda reclamou que estava vencida há 02 anos!!! Eu havia errado o frasco!!!!

Coincidência ou não, ao começar a tomar barita já levantou bem o dia seguinte!!!



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Nossos Colunistas

Arturo Montory Gajardo

Nací en Cañete provincia de Arauco-Chile en septiembre de 1946, de familia de agricultores y ganaderos. En 1964 mi tío Hernán Anguita Gajardo, estudioso, criador (criadero Paicavi), y dirigente del rodeo escribe artículos en el Anuario de la Asociación de Criadores de Caballares, y me hace participar de ellos, lo que efectuó hasta el año 1970 en que entrega su último artículo. (Hernán Anguita creo el premio Sello de Raza). Ello me hizo aprender muchísimo de caballos, rodeo, arregladores y jinetes antiguos y ya en el año 1966 en una Agenda o libreta pequeña pude escribir y desarrollar en forma ordenada y clasificada por Familias Caballares toda la raza con los ejemplares más importantes, en rodeo, rienda, reproducción, exposiciones, que habían destacado y con premios hasta esa época. No había aun computación, la que llegó en forma masiva a Chile a principios del 1990. Esa agenda la conservo y es la base de todo lo que he escrito después y han pasado 50 años. Luego fui jinete de rodeo, jurado de premio Sello de Raza y Rodeos por muchos años más. En 1990 ya establecido en Santiago, me invitan a participar como columnista en revista Criollos, en octubre de 1991 participo en nacimiento de revista Corraleros escribiendo y dirigiéndola hasta 2005 y luego fundo la revista Tierra de Caballos, la que llevo a Expointer durante algunos años y junto a ello, incentivar a muchos criadores chilenos a conocer y asistir al Freno de Oro, y se produjo un intercambio muy grande y de muy gratos recuerdos para todos. En 2009 fui panelista representando a Chile de “Encuentro de Criadores”, evento que organizaban los criadores gaúchos Joao B. Sa y de Uruguay Luis Pedro Valdés en restorán de la 6° Regiao en Esteio. Me toco en esa ocasión compartir palestra con el famoso Bayard Sarmento Jaques de Jaguarao-Uruguiana, el criador argentino Ramon Maidagan Torres, y el criador uruguayo Diego Landa Dondo, una experiencia inolvidable. En 1997 publique el libro "Caballos Chilenos, Genealogía de una Raza"; en 2000 inicio la colección "Caballos Chilenos, 500 años de Historia", que fueron 9 tomos; en 2012 publico en Internet, están aún vigentes, 5 tomos de libro "Grandes Caballos del Sur de América", que incluye crianzas de Argentina, Brasil, Chile, Uruguay y Paraguay. Me publicaron artículos en Anuario de Brasil y Uruguay. En 2015 publico Tomo I y en 2016 el Tomo II de libro "Reproductores de Pura Raza Chilena", vigente actual. Tengo al aire la web Tierradecaballos.cl; en Facebook web Libro Reproductores de Pura Raza Chilena. He hecho videos en YouTube a nombre de Caballería Araucana TV; criadero Paicavi TV; y Reproductores de Pura Raza Chilena, que van a TV Cable He sido por 13 años columnista de web de Federación del Rodeo y Criadores, Actelemte participo en programa Pelos & Procedencia de radio Tertulia por invitación de mi estimado amigo Rodrigo Alegrete. En diciembre del 2016 fue lanzado el Tomo I de "Historia del Rodeo Chileno", que escribí, y a principio del 2018 se lanza Tomo II y la Historia de la Federación del Rodeo, soy autor de ambos. Tengo un pequeño criadero de caballos chilenos continuando con algunas yeguas antiguas y el nombre de "Paicavi" cuyos ejemplares forman la base del actual del exitoso criadero Peleco, formado por Emilio Lafontaine P. también primo mío, y que ahora pertenece a Rubén Valdebenito Fuica y sus hijos Gustavo y "Panchaco". .