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Odontológia para os cavalos?
por Marcelo Martins Júnior

Data: sexta, 29 de dezembro de 2017 - Hora: 08:21

Qual importância do tratamento odontológico para os cavalos?

Sabe quantas horas um cavalo come por dia? Qual é a posição correta da cabeça para eles comerem? Tem algum alimento que altere a mastigação? Os cavalos tem mesmo problemas odontológicos que afete sua saúde e rendimento esportivo? Essas são poucas das perguntas que nos fazem pensar qual é a real importância do tratamento odontológico para os cavalos.
Os cavalos passam em média 18 horas se alimentando, lembrando que é comendo volumoso, no pasto e com a cabeça baixa. Esses fatores são importantes? Sim, são muito importantes, por que são características naturais do cavalo. Eles são herbívoros e sua anatomia é desenvolvida para triturar e sustentar muito pressão durante a mastigação. Qualquer mudança implica em muitos problemas.

Se o cavalo tiver menor tempo de alimentação, ingerir alimento com fibras de má qualidade e principalmente com posição incorreta da cabeça, começará a existir má oclusão dos dentes durante a mastigação e aumentando as pontas dentárias e outros problemas maiores, menor produção de saliva o que deixará a boca mais ácida e proporcionando um ambiente propício para bactérias oportunistas gerar uma doença periodontal e até cárie, fragilizando e gerando a perda prematura dos dentes (figura 1).

Percebe que começa a gerar um aglomerado de problemas até o animal perder um ou mais dentes? E não é só perder os dentes, mas também pode causar problemas respiratórios como uma sinusite devido a intimidade das raizes dentárias dos molares com os seios respiratórios (figura 2).

Daí paramos para pensar, se o cavalo tem problemas com a mastigação será que ele terá aproveitamento do alimento ingerido? Os problemas dentários causam dor, pontas dentárias ou ganchos travam a mastigação e machucam a bochecha, e consequentemente o ciclo mastigatório diminui e o cavalo acaba ingerindo alimento sem ter mastigado totalmente. E quando há ingestão desse alimento, os distúrbios intestinais se iniciam, principalmente as cólicas por compactação.
Já no esporte, as dores na cavidade oral geram muito incomodo quando usamos uma embocadura no cavalo. O animal balança a cabeça, não quer virar para algum lado, fica com a cabeça muito levantada, ou abre muito a boca quando puxamos o freio, e entre outras reações. Tanto que as posições incorretas da cabeça durante o treinamento prejudica a posição da cervical e toda a coluna do cavalo, gerando também dores nesses locais e diminuindo o rendimento durante o treinamento.
Então o acompanhamento odontológico profilático do cavalo não ajudará apenas em uma melhor mastigação e prevenindo os distúrbios da alimentação, mas também na evolução do treinamento diminuindo reações e dores na boca e no restante do corpo. A prevenção sempre será o melhor tratamento.

Figura 1: na primeira imagem percebemos a perda de alguns dentes devido a doença periodontal avançada. E na segunda imagem, observamos um dente cariado e com acumulo de alimento no interior da cavidade cariada do dente.

Figura 2: animal com aumento da face do lado direito devido a uma sinusite secundaria a problemas dentários. Animal de apenas 2 anos.


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Arturo Montory Gajardo

Nací en Cañete provincia de Arauco-Chile en septiembre de 1946, de familia de agricultores y ganaderos. En 1964 mi tío Hernán Anguita Gajardo, estudioso, criador (criadero Paicavi), y dirigente del rodeo escribe artículos en el Anuario de la Asociación de Criadores de Caballares, y me hace participar de ellos, lo que efectuó hasta el año 1970 en que entrega su último artículo. (Hernán Anguita creo el premio Sello de Raza). Ello me hizo aprender muchísimo de caballos, rodeo, arregladores y jinetes antiguos y ya en el año 1966 en una Agenda o libreta pequeña pude escribir y desarrollar en forma ordenada y clasificada por Familias Caballares toda la raza con los ejemplares más importantes, en rodeo, rienda, reproducción, exposiciones, que habían destacado y con premios hasta esa época. No había aun computación, la que llegó en forma masiva a Chile a principios del 1990. Esa agenda la conservo y es la base de todo lo que he escrito después y han pasado 50 años. Luego fui jinete de rodeo, jurado de premio Sello de Raza y Rodeos por muchos años más. En 1990 ya establecido en Santiago, me invitan a participar como columnista en revista Criollos, en octubre de 1991 participo en nacimiento de revista Corraleros escribiendo y dirigiéndola hasta 2005 y luego fundo la revista Tierra de Caballos, la que llevo a Expointer durante algunos años y junto a ello, incentivar a muchos criadores chilenos a conocer y asistir al Freno de Oro, y se produjo un intercambio muy grande y de muy gratos recuerdos para todos. En 2009 fui panelista representando a Chile de “Encuentro de Criadores”, evento que organizaban los criadores gaúchos Joao B. Sa y de Uruguay Luis Pedro Valdés en restorán de la 6° Regiao en Esteio. Me toco en esa ocasión compartir palestra con el famoso Bayard Sarmento Jaques de Jaguarao-Uruguiana, el criador argentino Ramon Maidagan Torres, y el criador uruguayo Diego Landa Dondo, una experiencia inolvidable. En 1997 publique el libro "Caballos Chilenos, Genealogía de una Raza"; en 2000 inicio la colección "Caballos Chilenos, 500 años de Historia", que fueron 9 tomos; en 2012 publico en Internet, están aún vigentes, 5 tomos de libro "Grandes Caballos del Sur de América", que incluye crianzas de Argentina, Brasil, Chile, Uruguay y Paraguay. Me publicaron artículos en Anuario de Brasil y Uruguay. En 2015 publico Tomo I y en 2016 el Tomo II de libro "Reproductores de Pura Raza Chilena", vigente actual. Tengo al aire la web Tierradecaballos.cl; en Facebook web Libro Reproductores de Pura Raza Chilena. He hecho videos en YouTube a nombre de Caballería Araucana TV; criadero Paicavi TV; y Reproductores de Pura Raza Chilena, que van a TV Cable He sido por 13 años columnista de web de Federación del Rodeo y Criadores, Actelemte participo en programa Pelos & Procedencia de radio Tertulia por invitación de mi estimado amigo Rodrigo Alegrete. En diciembre del 2016 fue lanzado el Tomo I de "Historia del Rodeo Chileno", que escribí, y a principio del 2018 se lanza Tomo II y la Historia de la Federación del Rodeo, soy autor de ambos. Tengo un pequeño criadero de caballos chilenos continuando con algunas yeguas antiguas y el nombre de "Paicavi" cuyos ejemplares forman la base del actual del exitoso criadero Peleco, formado por Emilio Lafontaine P. también primo mío, y que ahora pertenece a Rubén Valdebenito Fuica y sus hijos Gustavo y "Panchaco". .