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Brasileiros brilham na Expo Prado 2018
Hackathon Agro encerra a terceira edição com "grande sucesso" na Expo Prado 2018 Os vencedores forneceram uma solução para o controle da erva Capim Annoni, que reduz a produtividade no campo. No último final de semana, na Expo Prado, a terceira edição da Hackathon Agro culminou na Expo Prado, uma competição aberta de equipes nacionais de pesquisadores, empresários e especialistas em tecnologia da informação, agricultura e negócios, que é co-organizada pela Embaixada Britânica em Montevidéu, Câmara de Tecnologia da Informação do Uruguai, Associação Rural do Uruguai e Agência Nacional de Desenvolvimento. O desafio era apresentar um modelo de negócio e um produto ou protótipo mínimo viável para resolver problemas agrícolas no Uruguai por meio do uso de tecnologia. Na manhã do sábado, as onze equipes, formadas por três pessoas cada, receberam quatro desafios. Eles tiveram que escolher um e tiveram 30 horas para desenvolver uma solução, acompanhados por mentores e com a ajuda de apresentações de especialistas em diferentes áreas. Os desafios foram: 1) Uso e manejo sustentável do campo natural para produção pecuária 2) Monitoramento e controle efetivo de carrapatos em fazendas de gado 3) Estratégias de reconhecimento e controle de Capim Annoni, um invasor silencioso 4) Monitoramento e controle de movimentos e estoques de haciendas por pastagem e por propriedade A equipe vencedora, formada por Emilio Sarturi, Manuel Lorenzo e João Antonio Martins, forneceu uma solução para o controle da erva Capim Annoni, que reduz a produtividade no campo. Os participantes propuseram uma forma de mapear e combatê-lo, levando em conta que uma câmera multiespectral poderia funcionar para sua correta identificação e selecionar o equipamento necessário para eliminá-lo, uma vez encontrado. Os vencedores também se certificaram de criar um sistema sustentável ao longo do tempo, o que pode ser feito anualmente. Todas as equipes eram compostas por pessoas de diferentes disciplinas. No caso dos vencedores, Manuel Lorenzo estuda Administração e está trabalhando na Tata Consultancy Services, enquanto Emilio Sarturi trabalha na área de software bancário, e João Antonio Martins oferece serviços de consultoria em administração de campo. "Foi uma experiência de aprendizado, estar com pessoas de outras áreas abre sua mente e você percebe quantas coisas há para fazer", comentou Lorenzo. Em relação aos próximos passos do projeto, os participantes explicaram que, embora esteja comprovado que o sistema de controle funciona, antes de executá-lo, eles devem garantir que o próprio negócio possa ser bem-sucedido. "Estamos muito confiantes de que é viável", explicou Martins. No início do prêmio, Leonardo Loureiro, presidente da Câmara Uruguaia de Tecnologia da Informação, mencionou que ficou impressionado com a qualidade das propostas apresentadas para resolver os diferentes desafios. Os vencedores viajarão para Londres com passagens e incluirão estadia para participar da conferência Reap 2018, do setor agritech, e também visitarão a Universidade Harper Adams, especializada em carreiras relacionadas à agricultura e tecnologia. Hackathon Agro encerra a terceira edição com "grande sucesso" na Expo Prado 2018 Os vencedores forneceram uma solução para o controle da erva Capim Annoni, que reduz a produtividade no campo. No último final de semana, na Expo Prado, a terceira edição da Hackathon Agro culminou na Expo Prado, uma competição aberta de equipes nacionais de pesquisadores, empresários e especialistas em tecnologia da informação, agricultura e negócios, que é co-organizada pela Embaixada Britânica em Montevidéu, Câmara de Tecnologia da Informação do Uruguai, Associação Rural do Uruguai e Agência Nacional de Desenvolvimento. O desafio era apresentar um modelo de negócio e um produto ou protótipo mínimo viável para resolver problemas agrícolas no Uruguai por meio do uso de tecnologia. Na manhã do sábado, as onze equipes, formadas por três pessoas cada, receberam quatro desafios. Eles tiveram que escolher um e tiveram 30 horas para desenvolver uma solução, acompanhados por mentores e com a ajuda de apresentações de especialistas em diferentes áreas. Os desafios foram: 1) Uso e manejo sustentável do campo natural para produção pecuária 2) Monitoramento e controle efetivo de carrapatos em fazendas de gado 3) Estratégias de reconhecimento e controle de Capim Annoni, um invasor silencioso 4) Monitoramento e controle de movimentos e estoques de haciendas por pastagem e por propriedade A equipe vencedora, formada por Emilio Sarturi, Manuel Lorenzo e João Antonio Martins, forneceu uma solução para o controle da erva Capim Annoni, que reduz a produtividade no campo. Os participantes propuseram uma forma de mapear e combatê-lo, levando em conta que uma câmera multiespectral poderia funcionar para sua correta identificação e selecionar o equipamento necessário para eliminá-lo, uma vez encontrado. Os vencedores também se certificaram de criar um sistema sustentável ao longo do tempo, o que pode ser feito anualmente. Todas as equipes eram compostas por pessoas de diferentes disciplinas. No caso dos vencedores, Manuel Lorenzo estuda Administração e está trabalhando na Tata Consultancy Services, enquanto Emilio Sarturi trabalha na área de software bancário, e João Antonio Martins oferece serviços de consultoria em administração de campo. "Foi uma experiência de aprendizado, estar com pessoas de outras áreas abre sua mente e você percebe quantas coisas há para fazer", comentou Lorenzo. Em relação aos próximos passos do projeto, os participantes explicaram que, embora esteja comprovado que o sistema de controle funciona, antes de executá-lo, eles devem garantir que o próprio negócio possa ser bem-sucedido. "Estamos muito confiantes de que é viável", explicou Martins. No início do prêmio, Leonardo Loureiro, presidente da Câmara Uruguaia de Tecnologia da Informação, mencionou que ficou impressionado com a qualidade das propostas apresentadas para resolver os diferentes desafios. Os vencedores viajarão para Londres com passagens e incluirão estadia para participar da conferência Reap 2018, do setor agritech, e também visitarão a Universidade Harper Adams, especializada em carreiras relacionadas à agricultura e tecnologia.

Brasileiros brilham na Expo Prado 2018

Colunistas

Artigos sobre o Agro Negócio

Enton acabou a temporada, e agora ?
Com o término da temporada de monta, o criador se depara com situações de escolha sobre o manejo das matrizes até a parição. Planejamento é essencial, do ponto de vista da nutrição e da sanidade. Vale lembrar que as necessidades nutricionais da égua com potro ao pé são diferentes das solteiras, visto que as éguas com potro ao pé devem além de manter a gestação alimentar seu filho, que atinge em 80% do teu tamanho adulto durante os primeiros meses de vida. As exigências nutricionais não aumentam tão significativamente até os últimos três meses, quando os níveis devem ser elevados para permitir um aumento próximo a 14% do peso corpóreo, ou seja o ganho de peso no início da gestação deve ser mínimo, exceto nos últimos 100 dias. Tanto a perda de peso, quanto a superalimentação podem ser prejudiciais, a primeira leva a mobilização de reservas (que deveriam nutrir o embrião/feto) para complementar a nutrição inadequada, outra leva a um aumento da pressão dos órgãos internos, limitando o espaço para o útero, gerando potros menores e/ou com deformidades. Os potreiros de parto devem ser próximos do recurso para que se possa interferir em caso de problemas, boa sombra e aguada são imprescindíveis. O confinamento só é recomendado para prevenir as intempéries ou como último recurso. Em qualquer categoria o controle parasitário deve ocorrer regularmente, de preferência de acordo com os resultados do exame de OPG. Geralmente, febendazois, pamoato de pirantel e ivermectina são os princípios utilizados e considerados seguros às gestantes. Já os produtos à base de triclorfon são contraindicados durante este período e se recomenda a administração no cio do potro. Vacinação também é um fator de extrema importância e muitas vezes deixada de lado para reduzir custos. No entanto, um potro ou matriz que se perde em uma população poderia pagar todo o protocolo anual de um criatório, fica a reflexão. Tétano, influenza, garrotilho, encefalomielite, herpes vírus e leptospirose devem ser levados em conta e podem ser combatidos através de um eficiente protocolo vacinal, consulte seu veterinário. Gestação bem manejada, mãe com bom colostro, potro saudável e maiores taxas de gestação no próximo ciclo. Sempre valerá a pena! Imagem: Arquivo pessoal – Estância Peñarol.

 Enton acabou a temporada, e agora ?

Histórias de Vida

A Vida no campo como ela é.

"Revivendo" Trabalho em família
Lá pelo ano 1993, em Passo das Pedras, certo homem domador de estância, com verdadeiro gosto pela lida campeira, se apaixona por uma mulher de Canto Grande que na época, estudava pedagogia. Mais não foi só ele que se apaixonou, a paixão foi mútua e correspondida. É de essa união, que nasce um casal, que não tinha noção do que eles iam construir. Eles são Nilo Valadão e Cátia Vasconcelos, que são os protagonistas de hoje de "Histórias de vida" de Cosas del Campo; uma história realmente apaixonante... Na época, Nilo trabalhava bastante pra ajudar a realizar o sonho da sua prenda, que era ser pedagoga. Foi então que ele é apresentado ao "mundo do cavalo crioulo", e é procurado por uma cabanha que o contrata, e o apresenta para as diversas modalidades de provas que a raça tem. Mas como tudo nessa vida, não é como a gente quer, o casal se encontra com uma surpresa a passos de concretizar o sonho da Cátia. Uma surpresa que trocaria 100% a vida deles. Uma surpresa chamada "gravidez". É, até aí tudo normal... acontece com todo mundo. Só que essa gravidez, era especial. Cátia carregava na sua barriga, duas crianças; sim, eram gêmeos. "Vou ter que domar muito mais, mais dou conta dessas duas bênçãos que Deus nos manda", diz Nilo pra Cátia. E é assim, que chegaram ao mundo, Rian e Nathan, os meninos especiais e mimosos de toda a família. Mas como tudo nessa vida não acontece por acaso, pra não ser diferente, os meninos se apaixonam pelo cavalo a partir dos três messes de vida, "a primeira vez que montaram a cavalo", diz a mãe. A partir daí, ninguém nem nada parou eles. Com 3 anos já andavam a cavalo sozinhos, ajudando na lida campeira. Mas, decididos, eles queriam mais. Sim, eles queriam, nada mais e nada menos, que domar... "É agora como a gente faz?", se pergunta o casal. Mas o papai faceiro que os filhos pedissem isso, comprou um lote de pôneis, e ensinou a eles, como era o assunto. Não é que eles adoraram?! "Se achavam gente grande naqueles bichinhos", conta a mãe. Mas a história não para por aí... os gêmeos, foram por mais, e agora queriam participar de "prova de gente grande". Então, foi com 10 anos, que os gêmeos, estrearam nas pistas, no "Redomão da Lagoa", e daí não pararam, continuaram provando, participando, aprendendo, até que o Rian, ganha o Freio de Prata Infantil, em Esteio, foi aí que os gêmeos decidiram tentar na categoria profissional, chegando a participar nesse ano de 2017, no Bocal de Ouro. Fomos atrás desses gêmeos, e eles nos disseram: "Somos muito agradecidos por tudo isso, pois não é fácil, mas com comprometimento, determinação e muito trabalho, não será impossível de atingir nossos sonhos..." E é assim, que fechamos o primeiro capítulo desta apaixonante história, que terá 3 capítulos. Já que famílias assim, a gente não encontra todos os dias... Cosas del Campo, sempre perto de você.

Atravessando Fronteiras

Colunas Internacionais

Nunca pensei ver alguma coisa assim
Me lembro ter ido a Palermo, na exposição de Outono desde muito pequeno. Acompanhando ao meu pai, quem habitualmente competía nos rodeios. No final da década dos 80 e principio dos 90. A final da prova F.Z. Ballester guardava um espetáculo que sempre prometia ser um show. Assim foi uma final na que me encontrava na "verde" como se diz a tribuna de Palermo. Um grande amigo como é Pedro Muñoz (h), conhecido como "Pedrín", fez pódio saído Campeão e Subcampeão. O garanhão com o que foi Subcampeão até aquele dia, não o tinha visto se mexer. Tinha uma dor em seus membros. Inferiores, coisa que lhe restou possibilidades… mas jamais tinha presenciado um cavalo com a docilidade na sua boca e capacidade ou habilidade para em uma esbarrada deslizar suas patas por mais de dez metros. Foi tal o impacto que nos gerou que me lembro de estar com um amigo e ter baixado uma vez terminada a prova para que ver as marcas que tinha deixado. Uma vez acontecido isto ao passo dos anos comecei a ver éguas na sua maioria que presentavam as mesmas características. Não era casualidad e, todas filhas de Curitoro Facón. Hoje mais de 20 anos tem passado e se constituiu como um dos chefes de raça. Proveem de uma família de cavalos de muito boa boca e com o instinto de deslizar chamativa mente suas patas em qualquer esbarrada. Conta com três filhas tricampeãs, feito que o faz único, ao saber Cimbronazo Esta Sí, que também foi campeã de rienda em Chile. Que também fose Freio de Ouro. Toda uma lenda… Tinajera Petronila e Tinajera Agua Clara conforman o trio de Tricampeãs de Felipe Z. Ballester. Tem um grande filho de Facón que é Tinajera Miralejos, Campeão de rienda FICCC, cavalo sensação em Argentina. Outro destacado filho foi Chamaico Privinciano, garanhão que largasse no lugar 36 de morfologia na final do Freio em Esteio e chegasse como Freio de Alpaca. Tinajera Parejito sub-campão do corral de aparte, Tinajera Buen Abrigo, Campeão de Corral de aparte e exportado ao Brasil. Pai do garanhão de preço recorde Equador de Santa Edwiges. Tinajera Campo Lindo foi bicampeão de aparte, Aguaitando foi tricampeão. Outros filhos que se convertiam em grandes reprodutores da raça em Argentina e Brasil foram, Tinajera Chambergo, Tinajera Leonero, Tinajera Chaja, e Tinajera Dos Caldenes. Deixou grandes reprodutores como Tinajera Yaguarón, e a um grande reprodutor na atualidade como Tatuti Mozito. Quem fosse Freio de Ouro em Argentina, ademais de produzir dois Freio de Ouro e um Freio de Prata. A família de Curitoro Facón está marcada pelos êxitos, seu pai Los Tilos Sembrador é filho de Los Tilos Cachupín, lembrando, Multi Campeão de rienda em Chile, desde os anos 1970 ao 1973 inclusive, com umas condições extraordinárias. Ademais cumpriu grandes campanhas desde 1970 ao 1977 no quadro de honra de potros em Chile. Ademais se exportou outro grande filho de Cachupín, Las Hortensias Rigolemu, de grande produção. Como disse Don Victor Esevich, ninguém pensou que Curitoro Facón, seria essa pedra fundamental que é a o dia de hoje. Fotos: Arquivo (Cristian Rey) 1 Tinajero Mira Lejos 2 Tinajera Sombra e Toro 3 Los tilos Sembrador 4 Curitoro Facón 5 Equador de Santa Edwiges 6 Curitoro Facón

Nunca pensei ver alguma coisa assim

Criadores

A paixão por criar

O grande vilão no treinamento de cavalos
O experiente treinador Jango Salgado falou sobre como a repetição nos exercícios pode ser prejudicial aprendizado dos animais Boas dicas e técnicas para aperfeiçoar sua equitação e a convivência com os cavalos não têm prazo de validade! Por isso, vamos relembrar um ensinamento disseminado pelo experiente cavaleiro e treinador, Jango Salgado, que ministrou um workshop sobre o grande vilão no treinamento de cavalos. Segundo ele, o vilão é a frase: "Vou dar só mais um esbarro, um giro, um salto, laçar um boi ou uma passada no tambor", explanou. Para explicar a frase, Jango considerou que muitos treinadores e competidores se frustram ao treinarem um cavalo, pois consideram uma sessão de treinos bem-sucedida se o exercício ficar perfeito, mas conforme enfatizou, não se pode pensar assim. "Um exercício ou manobra foi bem-sucedida quando o animal está melhor do que começou, e não necessariamente, perfeito. Se estava horrível e agora está ruim, já melhorou. Se amanhã eu começar ruim, talvez termine razoável. Então, é muito importante que a gente aprenda a curtir e desfrutar cada progresso que o cavalo tenha". Para ele, o maior erro no treinamento é o famoso vou dar só mais um. "Quando se fala isso, não é porque o cavalo precisa, mas sim porque o cavaleiro quer. Entretanto, quando você está treinando deve fazer o que o cavalo precisa. Além disso, quando você está com aquela vontade de fazer mais uma vez, essa é a hora de parar. Portanto, se o seu animal melhorou naquele exercício, passe para o próximo", explicou Jango. Ele disse ainda que normalmente quando o cavaleiro quer repetir um exercício em que já houve uma evolução por parte do animal, ele faz isso porque está curtindo, achou bom e normalmente, segundo Jango, as próximas vezes não serão tão boas, e o que era pra ser só mais uma repetição, se tornará dez. "Nisso seu cavalo cansa e já não vai desempenhar tão bem aquele movimento, você se frustra e aumenta a chance do seu cavalo se lesionar. Por isso é muito importante saber a hora certa de parar", ressaltou o treinador. Jango concluiu dizendo que é preciso curtir cada pequeno progresso que o cavalo tenha, pois assim o treinamento fluirá de forma mais prazerosa para o cavalo e também para o cavaleiro. "Se achar graça apenas no cavalo pronto, o processo de treinamento será muito chato". Fonte: Cavalus Texto e Fotos: Juliana Antonangelo

O grande vilo no treinamento de cavalos

Bem estar Animal

A vida do campo

Tarde de Campo promovida pela Embrapa Pecuária Sul...
Mirapasto O Método Integrado de Recuperação de Pastagens (Mirapasto) foi o tema da Tarde de Campo que aconteceu nesta quarta-feira (24/01), nos campos experimentais da Embrapa Pecuária Sul, em Bagé. O evento, coordenado pelo pesquisador da Embrapa, Naylor Perez, em parceria com a Emater/RS-Ascar de Pedro Osório (RS), reuniu um grupo de produtores do município com o objetivo de apresentar as práticas de recuperação das áreas degradadas pelo capim-annoni, considerada a pior invasora de pastagens da Região Sul do Brasil. Desenvolvido pela Embrapa Pecuária Sul, o Mirapasto melhora o potencial produtivo e reverte a degradação das pastagens sem a necessidade de mobilização do solo ou da dessecação total da vegetação. O método baseia-se em quatro pilares de manejo: controle de plantas indesejáveis adultas, correção e manutenção da fertilidade do solo, introdução de espécies forrageiras de inverno e de verão e controle da oferta de pasto. Lauri Centeno, 58 anos, Técnico agrícola e atual Diretor de Agricultura de Pedro Osório comenta sobre a dificuldade enfrentada com a planta invasora. "É um problema que a gente se depara na nossa região, como em toda região, e ela está afetando economicamente", declara Centeno. O Diretor ainda manifesta a importância da pesquisa e de levar o estudo até os produtores rurais. "Em função da pesquisa que é feita, é muito interessante levar esses conhecimentos para eles, é importante isso", pontua Lauri. Por: Gabriel de Bem

Tarde de Campo promovida pela Embrapa Pecuria Sul...