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Argentina, no top dez dos produtores de sementes
Agroindústria Argentina, no top dez dos produtores de sementes A indústria de sementes na Argentina é a segunda mais importante na América Latina, atrás do Brasil e nove em todo o mundo, de acordo com a Bolsa de Valores de Rosario. O cluster de sementes argentinas agrupa cerca de 2.600 empresas que empregam 115 mil pessoas, direta e indiretamente. Com uma produção anual de quase um milhão de toneladas, atinge um volume de negócios de 1.500 milhões de dólares e exporta em 285 milhões de dólares. "A Argentina está posicionada como o 9º produtor mundial de sementes - segundo no ranking latino-americano - e o 10º exportador mundial em dólares", destaca um estudo realizado por Julio Calzada e Blas Rozadilla e apenas publicado pela Bolsa de Valores de Rosario (BCR). A produção argentina de sementes está concentrada nas cidades de Pergamino, Venado Tuerto e Rosario, no coração da zona central. "Os atores da cadeia de valor das sementes variam daqueles dedicados à melhoria das espécies de plantas, ao desenvolvimento e fornecimento de biotecnologia, à multiplicação e produção de sementes comerciais (juntamente com seu processamento e acondicionamento) à distribuição e comercialização "Indica o relatório. De acuerdo al Instituto Nacional de la Semilla hay 2.616 empresas registradas, que incluyen a todos los rubros que forman parte de la cadena de la semilla. La mayoría de estas firmas son multiplicadoras (casi 900 empresas) y comercializadoras (más de 700) pero también hay 337 “obtentores” -es decir, que desarrollan tecnologías e innovaciones- y 126 laboratorios. “La semilla es un insumo crítico y de gran valor para la productividad agrícola, por las mejoras defensivas en las lucha contras las enfermedades, los insectos y las malezas, entre otras innovaciones”, destacan los investigadores de la Bolsa rosarina. El sector semillero emplea en forma permanente a 8.245 personas en las plantas procesadoras, a 5.725 personas en actividades externas, como mantenimiento y supervisión, a 12.600 personas contratadas de forma temporaria durante las épocas de siembra, cosecha u otros momentos de aumento en las actividades requeridas. Fonte: Clarín Rural

Argentina, no top dez dos produtores de sementes

Histórias de Vida

A Vida no campo como ela é.

Um Ginete Vencedor
Filipe Silveira um vencedor..., é conhecido no meio dos campeonatos como "Multicampeão" do Freio de Ouro. Nascido em Jaguarão, hoje com 47 anos mora em Bagé, RS. Casado com Fernanda com quem tem dois filhos, Vitória e João Vitor. Desde jovem, Filipe tem o cavalo como uma paixão. "quando eu tinha 12 anos meu pai me deu a minha primeira égua, seu nome era Bailarina Cigana.", ressalta Silveira. a eguá veio de Bagé e foi comprada de Antônio Sá. Com ela Filipe começou sua jornada nos rodeios de Jaguarão, representando a propriedade do seu pai, Carlinho Silveira na zona de Pedras Altas. Antes ele já participava de provas com animais de sua propriedades. Seu pai começou a pegar gosto pela criação da raça crioula quando Filipe completou 15 anos e juntos deram início ao criatório deles, a cabanha São Carlos, com afixo (SC). Com alguns animais, seis éguas e um cavalo, começaram bem essa caminhada para o sucesso da cabanha SC. As éguas eram todas do famoso criatório do Sr. Jaime Ferreira, o Telho Chico de Jaguarão . Três das éguas se destacavam e as outras eram mais fracas, mas o que chamava a atenção era o cavalo, que tinha como nome Malévo de Bagé, era um cavalo bom funcionalmente. Ele tinha sido ferradura de ouro no Menino de Deus em Porto Alegre. Na época era a única prova funcional antes de começar o Freio de Ouro. "Este cavalo fez uma base muito boa de animais funcionais. Foi um cavalo reprodutor, que fez nosso criador aumentar rápido.", lembra Silveira. Filipe Criador e Ginete Filipe sempre acreditou no sonho de criar e domar bons cavalos. "Quando comecei com a Cabanha São Carlos, tinha o sonho de criar animais funcionais, domando e preparando para as competições. E assim, levar o nome do meu criatório para as principais provas.". Para isso, sempre investiu em bons garanhões. "Compramos em Esteio outro cavalo reprodutor que se chamava Alarife de Santo Ângelo. Na compra deste animal que acrescentou na melhora genética funcional, a cabanha SC consegui alcançar o padrão genético que sempre sonhamos". Em 1992 foi a ano que o afixo "SC" começou a marcar presença nas provas, morfológicas e funcionais, da Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC). "Neste ano levei a primeira égua da cabanha São Carlos para o Freio de Ouro, seu nome era SC 38. Era domada de muito boa andadura e vaqueira. Essa égua trouxa muitas alegrias para a nossa família.", se orgulha Filipe. Com a égua SC 38, também Ganhou a maior prova da raça na America do Sul, a FICCC em 1993."Eu nunca imaginei que seria o momento de ser ginete como sou até hoje.". Essa vitória foi o que despertou a empolgação em toda a família e todos queriam participar das competições. Os irmãos de Filipe foram os primeiros a seguir seus passos e a começar a querer participar de provas. Marcos, o caçula da família, foi quem deu início nas competições. Logo, seu pai se envolveu nas provas. Aos poucos toda família foi participando de campeonatos. "Sempre tinha alguém da família que estava presente nas modalidades como: Chasque, Paleteada, Enduro, Prova Feminina, Juvenil.". Foi quando, com todos essas participações, resolveram investir em bons domadores e técnicas de treinamentos."Fui à São Paulo, onde me especializei em cursos de treinador, sempre trazendo o que aprendia para o meu negócio.", ressalta Filipe. A partir daí a SC sempre esteve presente nas provas. "Desde o ano de 1991 a 1997 levei somente animais da marca SC para competir no Freio de Ouro." Filipe carrega com ele uma lembrança que considera ser um marco importante nas provas. "Na época fui o primeiro filho de um criador a competir no Freio de Ouro. Pra mim, isso é um motivo de orgulho. pois, a partir disto, foi aberta a possibilidade para novos ginetes ingressarem nas provas." Sempre carregando muitas vitórias em provas da raça crioula, foi quando em 1996 eles conheceram um cavalo que veio do Chile que era nada mais e nada menos que o famosos Pozo Azul Deslinde. A história deste cavalo é cheia de vitórias e alegrias, mas a continuação da história em que Filipe começa a competir com esse animal, vai ficar para outra Histórias de vida. As vitórias e tudo o que aconteceu com esse famoso cavalo chileno continuará no próximo artigo. Patrick Ferreira Corrêa Jornalista - nº 18816/RS Telefone: (53) 999 36 3737 e-mail: cosasdelcampojornalista@gmail.com

Um Ginete Vencedor

Atravessando Fronteiras

Colunas Internacionais

Francisco, humilde trabalhador e de a cavalo....
EU, FRANCISCO Quando eles sugeriram que eu escrevesse uma coluna sobre meu pai, eles me colocaram frente a um brete. Eu tinha medo de ser muito subjetivo. Com o qual me ocorreu que a única maneira de conseguir isso era fazendo uma entrevista e que ele falara em primeira pessoa. Entrevistador: onde e quando você nasceu? Francisco: Em Santa Cruz, 30 de março de 1951. Na República do Chile, na zona central. Entrevistador: Quais memórias você tem de sua infância? Francisco: Sempre fomos uma família humilde, gente trabalhadora. Meu pai administrava uma fazenda, é como chamas as estâncias no Chile. Em suas férias ele recorria alguns rodeios. Mas o resto do tempo ele trabalhava seus cavalos enquanto realizava suas tarefas. Entrevistador: Quem foi o que mais marcou você nos cavalos? Francisco: Além do meu pai, que me ensinou a andar de cavalo. Foi meu irmão Gustavo, que todos conhecem como Tavin que me ensinou e me guiou neste assunto dos cavalos. Ele foi um arranjador tremendo, pensar que ele fixou o Huila e o Coro hoje parece-me louco! Ele me conseguiu meu primeiro emprego. Eu tive que deixar a área central para o sul para trabalhar com outro grande professor na minha vida. Don Alberto Schwalm, excelente cavaleiro, criador de raça. Eu trabalhei e me aceito como se eu fosse da família. Corremos duas temporadas e meia, com ótimos resultados. Ele pensa que com seu filho Tito, ganhamos uma série de éguas e um dos cavalos em uma final em Talca. Entrevistador: Como a vida laboral continuou? Francisco: Trabalhei em uma administração agrícola muito importante por um tempo até que Don Eduardo me contatou. Entrevistador: Como você o conheceu? Francisco: Na verdade eu o conheci em 1973 em Osorno em uma exposição. Havia uma delegação da Argentina composta pelos Ballesters, o Esevich, o Sarciat entre outros. Mas ele em seus anos de vida no Chile forjou uma amizade com o Sr. Arturo Correa, dono de El Trapiche e, portanto, também forjou com Tavin, meu irmão. Então ele nos contatou e ele expressou seu desejo de trabalhar na Argentina. Lembro-me de ter chegado em outubro de 1980. Vim sozinho, tentando, e em março minha esposa e filho vieram. Entrevistador: Como foram os primeiros anos na Argentina? Francisco: Se eu falar que foram fáceis, estou mentindo, pois encontrei outro tipo de cavalo. Eu tive que aprender as disciplinas que eram feitas aqui, adaptar-se ao costume, incorporar-me ao uso, e pegar as rédeas em uma mão. Entre outras coisas, não havia apenas as paleteadas, mas não demorou para entender o que era, mas eu tinha que aprender a “colear”. Pouco depois de chegar, tive que assumir a administração porque o gerente saiu. Então eu fiz as duas coisas. Entrevistador: Hoje, que se fala tanto em Eduardo Ballester, como era ele? Francisco: Tivemos uma relação de trabalho muito boa. Pense que foram 24 anos. Ele era apaixonado, vivia e pensava em seus cavalos. Mas ele me delegou, tomei muitas decisões e ele os respeitou. Talvez às 4 da manhã eu liguei por um telefone interno que tivemos no campo para me dizer ou me contar algo sobre uma égua. Nós viajamos para muitos lugares, conheci grandes criadores. Entrevistador: Quem você se lembra? Francisco: O primeiro que me veio à mente foi Don Joaquin Amadeo Lastra, outro adelantado. Sua cabanha estava presente em todas as disciplinas. Lembro-me de Don Flavio Bastos, um grande amigo como Gilberto Loureiro. Bem como Don Carlos Parietti ou Sra. Alma Elorza. Seus leilões eram festas reais de cavaleiros. Havia delegações do Brasil, Uruguai e Chile. Italo Zunino, Don Ablerto Schawlm eram habituados da casa. Ele começou em mediados dos anos 90 para fazer seus tiros quando ninguém os fez de uma maneira particular. A menos de 500 quilômetros de Buenos Aires. Entrevistador: Por que a cabanha foi bem sucedida? Francisco: o cavalhada graças ao seu olho era de ponta. Tivemos um grupo de pessoas que trabalharam exclusivamente para obter os melhores resultados. Ele trouxe Jango Salgado em 1999, para iniciar as consultas. Ele tinha o campeão de Felipe Z. Ballester, éramos 4 vezes campeão de rodeios, um internacional no Prado. Credencio em 2003 uma égua para Freio em Esteio. Entrevistador: que cavalos você se lembra com carinho? Francisco: La Catrielita com quem fui campeão de Felipe Z. Ballester e finalista de rodeio. A Garment que fez tudo, incluindo ganhar as rédeas na FICCC de 1985. El Parejito, então veio a Qué Lola, a Si Será, extraórdinarias. Em uma terceira etapa veio a última dança, a Maga, a cubana, a bem-aventurada. Foi um momento maravilhoso. Entrevistador: Então veio a etapa do centro de treinamento com Enrique e Juan Victor Tronconi... Francisco: Sim, muito boa etapa. São pessoas a cavalo, como dizemos no campo. Muitos bons cavalos surgiram e um excelente relacionamento foi feito. Entrevistador: Como foi chegar a uma nova cabanha? Francisco: Outra grande aposta, foi bom trabalhar com meu filho, tenho que agradecer-lhe em grande parte. Para a nova parte do projeto, alcançamos muito. Algumas perguntas curtas Entrevistador: Quais cavalos chamaram sua atenção? Francisco: Sem dúvida, o Facón, a Qué Lola e a Si Será. El Último Baile, sem dúvida a Muñuela e a Telaraña. Outro grande cavalo que gosta de trabalhar foi o Balazo. Entrevistador: O que lhe deu ser jurado de Felipe Z. Ballester? Francisco: O respeito que eu notei dos cavaleiros. Para poder apreciar a evolução da técnica e dos cavaleiros. Foi e é uma ótima experiência. Entrevistador: Quais são os momentos inesquecíveis? Francisco: Sem dúvidas as finais em que fui campeão. Eu não saberia como escolher um. Mas lembro com grande carinho a final do Prado em 2003, onde fomos campeões. Entrevistador: Companheiros de rodeios? Francisco: Tive vários, Martin Contreras, lembro dele com carinho porque, assim como eu aprendeu uma nova disciplina. Dom Simón Ampuero era outro companheiro enorme que eu tinha, a quem devo muito respeito. Eu também tive o prazer de correr com Martin Crespo, excelente corredor, amigo pessoal e com quem era muito agradável correr. Entrevistador: Você tem algo pendente? Francisco: Acho que não, suponho que se eu tivesse seguido com Don Enrique teriam seguido os sucessos. De don Eduardo, estou extremamente agradecido. Eu acho que os cavalos me deram mais do que eu poderia imaginar e eles me levaram para lugares maravilhosos. A entrevista saiu simplesmente em conversações enquanto estávamos a cavalo. Eu acho que a tarefa de procurar ser objetivo era difícil. Se há algo a acrescentar, é que ele é um cavaleiro apaixonado e que sua vida são os cavalos.

Francisco, humilde trabalhador e de a cavalo....

O Veterinário

Sanidade animal

Os primeiros passos e a importância dos primeiros cuidados
Os potros recém-nascidos são extremamente sensíveis e susceptíveis a ameaças externas e totalmente dependentes da mãe em diversos aspectos da sobrevivência, tanto na natureza quanto sob "nossos cuidados". Saber identificar algumas condições simples relacionadas à saúde dos nossos animais à nível de campo pode auxiliar de maneira significativa o sucesso no tratamento dos potros enfermos e principalmente a diminuição das taxas de mortalidade nesta época tão delicada de parições. Durante as primeiras horas de vida, a ingestão da primeira porção de leite produzida pela mãe (o chamado colostro) é de extrema importância para a saúde e bem estar do potro. O colostro é rico em imunoglobulinas que constituirão a imunidade do potro durante os primeiros dias de vida e será a sua principal proteção contra doenças, até que o mesmo esteja apto a produzir seus próprios anticorpos. A baixa qualidade do colostro ou a má absorção do mesmo traz muitos riscos a saúde do nosso produto, sendo então, um aspecto fundamental a ser observado. A campo é possível avaliarmos a qualidade do colostro de maneira subjetiva quando investigamos a viscosidade e coloração do mesmo. Quanto mais viscoso e amarelado for esta primeira porção do leite, maiores chances de estarmos diante de um colostro de boa qualidade, por outro lado se "ralo" e esbranquiçado, é provavel que o recém nascido esteja recebendo nutrientes e anticorpos a níveis abaixo do ideal. As soluções mais simples (não por isso menos eficazes) para este problema são o banco de colostro e os plasmas hiperimunes. O banco de colostro contitui-se na prática realizada dentro do próprio estabelecimento e se define por: armazenar em congelador/freezer uma quantidade média de 300ml de colostro retirado a partir de uma égua recém parida que possua o lácteo de qualidade e quantidade suficientes. Esta técnica irá te permitir estocar a "doação" pelo período recomendado de 1 ano e assim garantir um suporte inicial de imunidade ao animal que nasceu carente de um colostro de boa qualidade. Já os plasmas hiperimunes (bastante utilizados em propriedades com elevada densidade de animais ou com doenças endêmicas) são encontrados comercialmente e representam grande proteção aos neonatos já que possuem "defesas" contra diversos tipos de doenças. O médico veterinário será responsável por sua administração bem como a quantidade e frequência que o animal necessitará. A frequência da amamentação nos dias a seguir também pode nos indicar aspectos da sanidade tanto da mãe quanto do filho. Se notarmos uma constante procura do teto por parte do potro, sem períodos de descanso que revelem a sua saciedade, podemos concluir que estamos diante de uma baixa produção láctea, sendo fundamental uma avaliação do médico veterinário para que um tratamento para o estímulo de produção de leite seja adotado. Por outro lado, se o neonato passa longos períodos sem mamar e observamos o úbere cheio ou muitas vezes o próprio leite extravazando pela parte interna dos posteriores da mãe, estamos diante do principal e primeiro indicativo do comprometimento da saúde do potro: a perda do apetite. Sendo este sinal observado, é importante que o animal seja examinado de maneira minuciosa pelo profissional responsável para que a afecção seja determinada e então controlada a partir do tratamento indicado o mais rápido possível. A identificação da micção e defecação em tempo natural nos assegura um bom funcionamento de seus sistemas urinário e digestivo. É importante que observemos, principalmente nos machos (já que pode haver confusão pela proximidade das estruturas umbilical e peniana), o orifício de saída da urina, pois em casos de "mau fechamento" umbilical o mesmo pode servir de via de escape de urina e se tornar uma porta de entrada de infecções sistêmicas. Sendo assim, durante os 5 primeiros dias de vida do potro é necessário que se observe a sanidade do umbigo, sendo indicado a "cura" do mesmo com agentes antissepticos e cicatrizantes. A dificuldade ou ausência de defecação durante as primeiras horas de vida é chamada de "retenção do mecônio", já que este é o nome dado a primeira porção de dejetos produzidos pelo recém nascido. A retenção pode ser evitada com a infusão anal de pequenas quantidades de produtos comerciais que lubrifiquem o reto e assim facilitem a passagem das fezes. Se a dificuldade persistir é de extrema importância que o médico veterinário realize outros procedimentos clínicos antes que a determinação de necessidade cirúrgica seja estabelecida. A temporada de parição surge como um período em que devemos voltar a nossa atenção para as “maternidades”. A consciência do comportamento normal e ideal dos neonatos nos permite identificar em suas variações os sinais que precisamos para previnir ou tratar de maneira precoce as doenças que afetam os potros e assim evitar a perda daquele que será o futuro da nossa criação. À disposição para sanar dúvidas e referenciar leitura em: emprenareproequina@gmail.com Tassiana Barros Neves - CRMV 10728-PR. Foto: arquivo

Os primeiros passos e a importncia dos primeiros cuidados

Bem estar Animal

A vida do campo

Filé mignon recheado com bacon e gorgonzola
Ingredientes Carne 2 colheres (sopa) de margarina sem sal (40 g) 1 cubo de Caldo de Picanha 1 pedaço de filé mignon (cerca de 500 g) 2 colheres (sopa) de azeite (30 ml) ¼ xícara (chá) de água (60 ml) Recheio 4 fatias de bacon (70 g) 1 xícara (chá) de queijo tipo gorgonzola cortado em pedaços grandes (150 g). Acompanhamento: 3 peras maduras e firmes (500 g) 2 colheres (sopa) de manteiga (40 g) 4 Cravos-da-Índia 1 Pau de Canela 2 colheres (sopa) de açúcar (20 g). Modo de preparo Carne Amasse o cubo de Caldo de Picanha o com a margarina, até obter uma pasta. Abra a carne como um bife bem fino. Distribua metade da pasta sobre a carne. Distribua as fatias de bacon sobre a carne e, sobre elas, o queijo. Enrole a carne como se fosse um rocambole e amarre com um barbante. Passe o restante da pasta na parte de fora da carne. Numa assadeira, aqueça o azeite, acrescente a carne e frite-a de maneira que fique dourada de todos os lados. Retire do fogo, acrescente a água e cubra a assadeira com papel-alumínio. Leve ao forno médio (180 ºC) para cozinhar/assar, por aproximadamente 30 minutos. Peras Descasque as peras e corte-as em gomos grossos. Reserve. Numa frigideira grande, aqueça a manteiga em fogo brando. Junte os Cravos e o Pau de Canela. Frite os gomos de peras até cozinharem. Salpique com açúcar e continue cozinhando, até começar a dourar. Sirva a carne fatiada, acompanhada do molho e dos gomos de pera. Tempo de preparo: 80 minutos. Fonte ComidaeReceita

Fil mignon recheado com bacon e gorgonzola
Camineira